Cabelos lindos e bem tratados no verão

Não é tão difícil manter  os cabelos bonitos no verão!

Os raios ultravioleta fazem com que os fios se oxidem, percam a cor e fiquem ressecados, por isso a importância de se utilizar um leave-in no período de verão para diminuir esses danos causados pelo sol e intensificados pelo vento, água do mar e piscina.

Se você passar muito tempo na praia e/ou piscina também é interessante o uso de um xampu anti-resíduos para diminuir a quantidade de cloro e sal. Além disso, também é interessante enxaguar os cabelos com água após sair do mar ou piscina.

É importante evitar o uso de chapinha nesta época pois pode piorar o ressecamento causado pelos outros agentes.

Com simples cuidados podemos ter um cabelo saudável e bonito no verão.

 

Por Dr Damiê De Villa – dermatologista do Kurotel

Dores de cabeça no verão, o que fazer?

A exposição ao sol no verão é maior, o que acaba sendo um estímulo para crises de dor de cabeça devido a claridade, já que, em pacientes com enxaqueca com aura por exemplo, há um aumento na intolerância à claridade, também conhecida como fotofobia.

Para evitar crises, aconselha-se diminuir o tempo de exposição ao sol e, se isso não for possível, utilizar chapéus e óculos escuros para minimizar o estímulo luminoso.

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Além disso, é muito importante, que se procure um médico em caso de novas dores, ou dores após algum trauma. A automedicação não deve ser feita, pois a dor de cabeça pode ser sintoma de algum outro problema, o que poderia, por exemplo, mascarar outras enfermidades e, até mesmo, aumentar a frequência e intensidade da dor.

Declínio Cognitivo & Vitamina D

Em artigo publicado no jornal Ageing Research Reviews, pesquisadores do Centro Médico Universitário Utrecht, da Holanda, reportaram a associação entre níveis reduzidos de vitamina D ao maior risco de declínio cognitivo. Agora, a equipe que comandou esse estudo vai analisar o papel da suplementação da Vitamina D na prevenção do declínio cognitivo junto às pessoas estudadas com baixos índices da vitamina no organismo.

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A ativação da Vitamina D

A ativação da vitamina D dá-se na pele, e isso depende de vários mecanismos fisiológicos individuais, especialmente a pigmentação da pele. A quantidade sintetizada na pele também varia em função de fatores como a latitude, estação do ano, hora do dia, grau de exposição da pele ao sol, uso de protetores solares e uso de vestimentas. A idade também é um fator importante. Há evidências que idosos produzem 75% menos vitamina D3 cutânea quando comparado com adultos jovens, mesmo quando expostos ao sol (Kennel, Drake & Hurley, 2010).

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Vitamina D e o baixo risco de câncer de próstata

A vitamina D é uma vitamina lipossolúvel, que pode ser formada na exposição ao sol ou na ingestão de alimentos como óleo de peixes, vegetais, sardinha, atum, salmão, leite e ovos. Estudos demonstram que a suplementação de vitamina D pode ser estratégia de intervenção eficaz no tratamento do câncer de próstata em homens com baixo risco da doença. As informações estão no Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism.

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