20 de julho :: Dia do Amigo

O ser humano é um ser sociável, ou seja, aprende a capacidade de socialização desde a infância. A primeira grande socialização é com nossos cuidadores e, posteriormente, com o crescimento, transferimos para mundo externo o convívio social. As pessoas se aproximam pela afinidade e criam vínculos de amizade que se aprofundam conforme o grau de permissão que essas pessoas ou grupos se dispõem e necessitam um do outro.

As amizades são fundamentais para desenvolvermos a empatia – o colocar-se no lugar do outro -, aprender a ajudar e ser ajudado, fazendo assim, parte da nossa evolução pessoal.

A grande questão é saber respeitar o outro e sentir-se respeitado pelo mesmo, pois dessa maneira é possível estabelecer laços de amizade sem idealizações, observando as características positivas e exaltando e compreendendo as limitações do outro, percebendo da mesma forma as minhas próprias e construindo um relacionamento baseado na verdade, pois toda vez que espero do outro aquilo que ele não tem, a tendência é a frustração.

Nesse dia 20 de julho exalte os seus amigos, mas esteja aberto às novas amizades e não as sufoque. Pluralize e se identifique nas diferenças, obtenha sentido nas amizades e não projete as suas dificuldades nos outros. Lembre-se que amigos não são familiares e sim amigos, eles ou elas não tem a mesma criação que você teve, por isso aprenda com as diferenças, pois com respeito ocorre crescimento e, assim, em todas as relações existirá aprendizado, afinal com algumas pessoas aprendemos como fazer e com outras aprendemos como não fazer.

Psicólogo do Kurotel Michael Zanchet.

CRP: 07/13384

News Kur – Memória

A memória é nossa identidade, toda vez que recuperamos ou aprendemos informações novas estamos utilizando a nossa memória. O cérebro necessita de estímulos para manter-se ativo cognitivamente. Todas as atividades que trabalham a cognição, a atenção, o raciocínio lógico, o tempo de reação, estão a serviço de estimular a memória, criando reservas cognitivas para o presente e futuro.

Conhecer a nossa memória é importante preventivamente para estabelecermos estratégias de compensação. Por isso, no Kurotel a equipe da psicologia é treinada para aplicar testes neuropsicológicos e tarefas clínicas padronizadas a fim de mensurar estatisticamente como está a memória do cliente pela faixa etária e grau de escolaridade, tendo como resultados: dentro da média esperada, acima da média ou abaixo.  Assim como psicoeducar o cliente do que está em torno da memória e que pode influenciar positivamente ou negativamente.

Dessa forma é possível fazer os encaminhamentos adequados, seja com o caráter preventivo ou de tratamento. A psicologia do Kur espera por você.

Michael Zanchet – Psicólogo do Kurotel

 

Tempo para si

A sociedade contemporânea nos impõe um mundo automático, ágil, com inúmeras informações ao longo do dia, que nos tornam acelerados e ansiosos. Quando se entra nesse ciclo vicioso, nossas percepções ficam alteradas, trazendo prejuízos físicos e emocionais.

Por mais que tenhamos múltiplas tarefas que envolvam aspectos pessoais e profissionais, devemos organizar momentos da semana para cultuarmos o “eu”. A individualidade é importante e fundamental para nos cuidarmos e conseguirmos nos relacionar adequadamente e com empatia (colocar-se no lugar do outro) com as pessoas, garantindo sucesso interpessoal.

O tempo é igual para todos, as 24h do dia são iguais, o que difere no passar dos anos é a relação que as pessoas estabelecem com o tempo. Devemos dividir nossa semana com atividades: de saúde (exercícios físicos, alimentação, relaxamento, horas de sono); pessoais (cinema, teatro, lazer, família) e profissionais (atividade profissional, gerenciamento da casa, cursos). O equilíbrio entre esses três fatores vai refletir na nossa qualidade de vida. A distribuição correta do tempo e a priorização de si é a chave para o bem-estar pessoal e familiar.

Michael Zanchet – Psicólogo do Kurotel

 

Será que o que você sente é estresse ou ansiedade?

Existem alguns questionamentos que podemos fazer para auxiliar a descobrir se estamos com características indicativas de estresse e ansiedade.

Nossa equipe de psicologia elaborou estes questionamentos para ser o seu start neste pensamento, mas é importante salientar que estas perguntas são de caráter indicativo, não são diagnósticos e não exercem mensuração quantitativa.

É essencial buscar um profissional para realizar a avaliação correta.

– Você se sente sem energia para desempenhar as suas atividades do cotidiano.

(    ) Sim    (    ) Não

– Ás vezes se sente sobrecarregado de pensamentos, com a sensação que a “cabeça está cheia” e com dificuldade de raciocinar.

(    ) Sim    (    ) Não

– Nas últimas duas semanas, sentiu-se muitas vezes triste e com a sensação de incapacidade; sem uma razão aparente e concreta.

(    ) Sim    (    ) Não

– Tem se sentido frequentemente irritado.

(    ) Sim    (    ) Não

– Tem feito maior esforço para executar atividades que antes ocorriam ao natural.

(    ) Sim    (    ) Não

– No último mês teve alguma alteração física do tipo: problema dermatológico; lapso passageiros de memória; insônia; taquicardia; hipertensão.

(    ) Sim    (    ) Não

– Você tem evitado os compromissos sociais, por sentir-se desgastado fisicamente ou fragilizado emocionalmente.

(    ) Sim    (    ) Não

– Percebeu no último mês alteração no padrão do seu sono.

(    ) Sim    (    ) Não

– Você às vezes tem a sensação de “falta de ar” e/ou taquicardia.

(    ) Sim    (    ) Não

– Enquanto faz uma atividade está persistentemente pensando no que tem que fazer depois, tirando o foco do presente.

(    ) Sim    (    ) Não

Se você respondeu muitas vezes sim, busque auxílio profissional da área da psicologia ou psiquiatria para fazer uma avaliação e ter um acompanhamento adequado.

Temos o Programa Controle do Estresse e Ansiedade para lhe auxiliar. Saiba mais em: https://www.kurotel.com.br/programa/controle-do-estresse

Emagrecimento: reeducar é preciso!

O emagrecimento saudável ocorre através de um processo de reeducação do estilo de vida onde o indivíduo é visto como um ser total. É a resposta da troca de uma massa corporal gorda por uma massa corporal magra, ou seja, a redução da gordura e o ganho de músculos.

Existem três variáveis que influenciam no emagrecimento: o exercício físico, a qualidade e organização da alimentação e o gerenciamento emocional. O gerenciamento emocional voltado para o emagrecimento chama-se Terapia Cognitiva para o Emagrecimento e engloba três áreas: a Psicologia, a Nutrição e a Educação Física. A nutricionista elabora um planejamento alimentar personalizado, o educador físico prescreve o exercício físico e o psicólogo trabalha a influência do pensamento nas emoções e no comportamento.

O modelo cognitivo parte da premissa que ideias e pensamentos desencadeiam a emoção, que pauta uma ação (comportamento) e traz como consequência uma reação física.

Uma pessoa que faz um juízo de valor negativo de si própria e pensa que é incapaz de desempenhar uma determinada função acaba sentindo-se triste e ficando ansiosa. Caso encontre uma barra de chocolate acaba comendo, pensando: “não resisto” ou “eu mereço”. Posteriormente tem uma reação física como desconforto abdominal e sentimento de culpa.  Nestes casos o pensamento é automático e disfuncional e, muitas vezes, acontece em frações de segundos. O terapeuta ensina a reconhecer os pensamentos disfuncionais e elaborar técnicas para que o indivíduo possa responder de forma adaptativa, revertendo o pensamento, antes de ocorrer um comportamento desfavorável.

Além dessa revisão do pensamento, o psicólogo vai atuar no comportamento; abordando, assim, assuntos como: a organização do ambiente, o ritmo das refeições, a diferenciação da fome e da vontade de comer, o planejamento de uma agenda e o preparo para se pesar.

 

Emagrecer requer: a integração do corpo e da mente, comer de forma fracionada, não ter pressa, comer conscientemente e não de maneira automática, exercitar-se, relaxar, ocupar a mente com aspectos saudáveis, relacionar-se com as pessoas importantes. Em resumo, adotar um conjunto de fatores que levam a uma reeducação do estilo de vida e não somente um processo com data para acabar.

Muitas pessoas buscam resultados através de sacrifícios, com metas que têm data para acabar: “quero emagrecer para estar bem no casamento do meu filho”, “para colocar o biquíni ou a sunga no verão”. Então, quando chega a data específica acaba a motivação.

Por isso, o termo dieta talvez não seja o mais apropriado, pois vem carregado de sacrifício. A expressão reeducar, por sua vez, é mais adequada, por representar um aprendizado para uma vida saudável. A motivação, nesse caso, está na saúde.  O equilíbrio entre a alimentação – na qualidade, na quantidade e no fracionamento – juntamente com o gerenciamento das emoções e o exercício físico planejado, dará uma resposta positiva para o organismo.

Como eu posso me reeducar?

É fundamental diferenciar emagrecer de perder peso. Quem quer meramente perder peso, está querendo se autodestruir, perder saúde, músculo, osso, pele, água, tempo, dinheiro, ganhando, por outro lado, envelhecimento precoce. Já quem deseja emagrecer, busca reduzir a massa corporal gorda (gordura) e adquirir a massa corporal magra (músculo). Para isso, é necessário planejamento e requer tempo, check-up, exercício físico, alimentação saudável e trabalho emocional.

A ansiedade, os sintomas depressivos e o estresse são fortes aliados do desequilíbrio físico e emocional. Estas emoções, muitas vezes, são depositadas na alimentação. Uma boa estratégia consiste em se questionar “fome de quê?”, antes de alimentar-se, a fim de tornar o ato de comer consciente e dar a resposta adequada ao que o corpo está precisando naquele momento.

Se o sintoma é cansaço, é necessário descanso. Se o sintoma é fome, é necessária alimentação. Se o sintoma é sede, é necessária água. Se o sintoma é tristeza são necessárias caminhadas, conversas ou até mesmo o silêncio. Se o sintoma é ansiedade, é necessário relaxamento. Enfim o psicólogo baseia seu trabalho estabelecendo estratégias comportamentais. O objetivo disso é o de fazer o reconhecimento dessas emoções, exercitando a reflexão, no intuito de ensinar a lidar com esses sentimentos.

Michael Zanchet

CRP: 07/13384

Psicólogo do Kurotel – Centro de Longevidade e Spa