Movimento para viver mais

Por Kátia Stringueto da Revista Bons Fluidos e Luís Carlos Silveira fundador do Kurotel

 

Pense nisso: 60% das pessoas que usam seus carros se deslocam para percorrer distâncias menores que dois quilômetros. Considere: a semana tem 168 horas e eu sugiro a você que faça apenas três horas de exercício físico, seja ele qual for, por semana. Seria possível deixar mais o carro na garagem para caminhar, por exemplo? Espero que sua resposta seja sim. Estudos cientí­ficos nos permitem concluir que a atividade física regular e a adoção de um estilo de vida ativo são necessários para a promoção da saúde e da vitalidade durante o processo de envelhecimento.

Atualmente, sabemos que a prevenção de osteoporose não se dá na velhice, mas já no adulto jovem. Nosso pico de massa óssea ocorre entre 30 e 35 anos, e é antes disso que devemos fazer nossas reservas de cálcio e de todos os agentes ­fixadores desse mineral para que haja boa constituição do osso. As atividades mais estimuladas são as aeróbicas de baixo impacto, assim como o exercício com pesos, para proporcionar a manutenção da força muscular dos membros superiores e inferiores – aspecto importantíssimo na longevidade. Do mesmo modo, o equilíbrio e os movimentos corporais totais fazem parte dos programas de atividade física, que está associada também a melhor mobilidade, capacidade funcional e autonomia.