Férias, tempo de ler

Nada melhor que aproveitar as férias para colocar as leituras em dia. Aqui no Kurotel temos uma biblioteca com os mais variados livros a disposição dos nossos clientes, pois acreditamos na leitura como um incentivo à capacidade de memorização, de concentração, criatividade e redução do estresse.

Nosso psicólogo, Michael Zanchet dá algumas sugestões de livros:

 

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Mindfulness – como encontrar a paz em um mundo frenético

Autores: Mark Williams e Danny Penman

 

 

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Foco – A atenção e seu papel fundamental para o sucesso

Autor: Daniel Goleman

 

 

 

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 Perdas necessárias

Autora: Judith Viorst

 

 

 

Resultado de imagem para O Poder do Hábito – Por que fazemos o que fazemos na vida e nos negócios. 

O Poder do Hábito – Por que fazemos o que fazemos na vida e nos negócios

Autor: Charles Duhigg

 

NEWS KUR – Apoio psicológico: acolhimento e adesão ao tratamento do câncer

Toda vez que vem o diagnóstico de câncer, permeia no imaginário coletivo a palavra morte, carregada de sofrimento para a pessoa que está com a doença e para os familiares. Muito importante que se possa dar suporte emocional, para o paciente enfrentar o tratamento e também para a família, para que possa ser um agente de suporte e que merece ser cuidada da mesma forma, pois é um momento ansiogênico para todos.

O espaço de escuta terapêutica a fim de auxiliar a passar pelos estágios da doença, que inicia pela negação e revolta, e em seguida pela aceitação do diagnóstico e adesão ao tratamento são importantes. Busca-se também, auxiliar e ser um elo de ligação com a medicina para que o paciente possa elucidar as suas dúvidas com relação ao tipo de tratamento e os possíveis efeitos colaterais, além da diminuição de todos os focos de possíveis fantasias em relação ao tratamento.

A família da mesma forma deve ser escutada, acolhida para que possa não alimentar as fantasias do paciente, assim como, poder aliviar suas próprias angústias frente ao problema. Por isso, que o mais adequado é um tratamento multidisciplinar para ajudar nesse processo, lembrando que nenhum caso é igual ao outro e quanto mais cedo ser feito o diagnóstico e aderir ao tratamento, maior a chance de êxito.

Concluindo: ter uma crença positiva é importante tanto na adesão quanto na recuperação do paciente. O psicólogo pode também ser o agente que estimula a adesão de técnicas de relaxamento, como meditação (Mindfulness) e reeducação de um estilo de vida saudável, acolhendo essa família, no antes, durante e depois do tratamento.

Psicólogo do Kurotel Michael Zanchet

Vegetais e frutas para prevenir doenças

Por Revista Kur 30

 

Publicado no Journal of Epidemiology and Community Health, um novo estudo vem reforçar ainda mais as evidencias cientificas. Quanto maior o consumo de vegetais e frutas, maior a prevenção. Esse trabalho de grande dimensão foi realizado na Inglaterra e avaliou o efeito da ingestão de frutas e vegetais. Os pesquisadores examinaram os hábitos alimentares de 65.226 pessoas de 35 anos ou mais, por um período de 12 anos, entre 2001 e 2013. Foi encontrada uma forte relação inversa entre o consumo de frutas e vegetais com morte de qualquer causa, significando que o maior consumo desses alimentos diminui o risco de morte. O aumento do consumo de porções de vegetais, saladas, frutas frescas ou secas está significativamente associado a um menor índice de mortalidade. Alem disso, o alto consumo de frutas e vegetais foi associado a uma redução na mortalidade produzida por câncer e doenças cardiovasculares.

O maior efeito foi observado com a ingestão de sete ou mais porções por dia, que esta associada com uma redução de 42% no risco de morte em qualquer idade, quando comparada com a ingestão de menos de uma porção por dia. Os vegetais parecem ter um efeito mais pronunciado quando comparados as mesmas quantidades de frutas. Mas atenção, o estudo mostra que o consumo de frutas congeladas ou enlatadas foi associado com um maior risco de mortalidade.

No entanto, a relevância desse achado deve ser examinada com cuidado, desde que consumir enlatados pode ser um marcador de estilo de vida pouco saudável. Este estilo de vida, e não os enlatados, pode ser a causa da maior mortalidade. Deve ser considerado, por sua vez, que as frutas enlatadas contem muito açúcar, o que anularia o efeito benéfico da fruta fresca.

A árvore da longevidade

Por Kátia Stringueto da Revista Bons Fluidos e Luís Carlos Silveira fundador do Kurotel

 

A vida pode ser comparada a uma árvore: existe a genética, que está no centro de tudo, como em uma semente, a qual de­finirá as características da espécie e as combinações que farão com que aquele ser seja único. Bons hábitos, como a adoção de uma alimentação equilibrada, são os galhos, as folhas verdes, as flores e os frutos. Os maus hábitos, como estresse fora de controle, tabagismo, alcoolismo, alimentação rica em gorduras de má qualidade e açúcares são ventos excessivos, tempestades e geada, que gerarão os galhos quebradiços e as folhas secas. É preciso, portanto, regar a árvore sempre com bons nutrientes, para acumular cada vez mais folhas, flores e frutos de maior qualidade e quantidade, e colhê-los ao longo da vida.

O que determina a qualidade do envelhecimento como um todo é o balanço de todos os hábitos, desde a infância. Contudo, sempre é tempo para começar. Apenas para ter uma ideia, prevê-se que a atividade física somada ao controle do estresse podem aumentar em cerca de 30 anos a expectativa de vida. Quando esses fatores são somados ao não uso ou ao não abuso do álcool, a vida pode ser prolongada em 40 anos.

 

Movimento para viver mais

Por Kátia Stringueto da Revista Bons Fluidos e Luís Carlos Silveira fundador do Kurotel

 

Pense nisso: 60% das pessoas que usam seus carros se deslocam para percorrer distâncias menores que dois quilômetros. Considere: a semana tem 168 horas e eu sugiro a você que faça apenas três horas de exercício físico, seja ele qual for, por semana. Seria possível deixar mais o carro na garagem para caminhar, por exemplo? Espero que sua resposta seja sim. Estudos cientí­ficos nos permitem concluir que a atividade física regular e a adoção de um estilo de vida ativo são necessários para a promoção da saúde e da vitalidade durante o processo de envelhecimento.

Atualmente, sabemos que a prevenção de osteoporose não se dá na velhice, mas já no adulto jovem. Nosso pico de massa óssea ocorre entre 30 e 35 anos, e é antes disso que devemos fazer nossas reservas de cálcio e de todos os agentes ­fixadores desse mineral para que haja boa constituição do osso. As atividades mais estimuladas são as aeróbicas de baixo impacto, assim como o exercício com pesos, para proporcionar a manutenção da força muscular dos membros superiores e inferiores – aspecto importantíssimo na longevidade. Do mesmo modo, o equilíbrio e os movimentos corporais totais fazem parte dos programas de atividade física, que está associada também a melhor mobilidade, capacidade funcional e autonomia.

 

Sentido para a existência

Por Kátia Stringueto da Revista Bons Fluidos e Luís Carlos Silveira fundador do Kurotel

 

Parte do plano de longevidade consiste em elaborar um projeto estratégico de vida. É comum encontrarmos executivos, dirigentes, políticos, pessoas famosas, de modo geral, que obtiveram grande êxito e inspiram admiração pelos empreendimentos que realizam, mas que, quando olhadas de perto, estão desestruturadas, descompassadas, apresentando evidentes desequilíbrios entre suas idades cronológica e biológica, com sérios transtornos afetivos. É claro que uma pessoa que se esconde de si mesma, que mascara seus desejos, certamente terá muitas frustrações e decepções. E isso impactará seu estilo de vida, porque, conscientemente ou não, ela tentará compensar esse dé­ficit de satisfação com um desregramento crônico, inclusive na alimentação, ou com um engessamento moral. A falta de horizontes é uma característica de indivíduos assim. Por isso, é tão importante construir um plano estratégico, uma visão de futuro.

Pense como você estará daqui a cinco anos. Como estará no futuro em relação aos seus netos, aos familiares, que desejos tentará realizar. Não é uma tarefa fácil provocar reflexões nesse sentido, fazendo com que a pessoa consiga se enxergar, em sua contribuição para com os outros, além dos aspectos materiais. (…)

Você pede que essa pessoa pense, reflita sobre os próximos cinco, dez anos de sua vida, e ela simplesmente não tem essa imagem, não tem essa perspectiva. É comum ouvirmos: “Como pensar daqui a cinco, dez anos? Eu tenho coisas para resolver hoje, agora, não posso parar para pensar no futuro, não tenho tempo para isso”. Isso é máquina, esse procedimento faz parte de uma engrenagem, tudo está rodando junto, a vida da pessoa é apenas um lubrificante para que essa engrenagem não pare. Não há tempo para viver a vida.

Essa pessoa não tem visão de longo nem de médio alcance. Ela nunca pensou nessa hipótese, até porque isso vai lhe gerar apreensões, pois exigirá a tomada de algumas posições na vida que ela não quer ou para as quais não está preparada. Ou mais: há casos em que o sujeito é corajoso para vencer, tomar posições arrojadas em negócios, mas comporta-se como alguém intimidado diante de si mesmo, pois tem medo de correr riscos em âmbito emocional, afetivo ou pessoal. O envolvimento árduo com o trabalho passa a ser uma espécie de terapia ocupacional: o sujeito se ocupa no dia a dia para não ter de pensar no amanhã ou não olhar verdadeiramente o dia de hoje. Uma das novas abordagens psicológicas feitas quando falamos em longevidade centra-se na inversão de uma pergunta que costumávamos fazer às crianças: “O que você quer ser quando crescer?”. Na longevidade, o princípio condutor é o mesmo: “O que você quer ser quando envelhecer?”. É uma pergunta honesta, pois a resposta se encontra em algumas escolhas que fazemos na vida. É uma pergunta que tem de ser feita, sobretudo porque o que até então era um “risco”, o de viver mais, muito mais até, está se tornando a cada dia uma certeza, uma expectativa muito concreta de acontecer. E, como vimos anteriormente, “viver mais” por si só não dá conta do que definimos como “viver bem”. Portanto, temos de começar a fazer essa pergunta aos 50, aos 60, aos 70 anos: “Como queremos estar daqui a trinta anos?”, no lugar de pensar em “Como vamos estar daqui a 30 anos?”.

A ideia dessa pergunta é estimular as pessoas a ter sonhos. Os sonhos são cestas de energia: é onde temos de colocar nosso empenho, nossa dedicação, a capacidade de realizarmos coisas. Às vezes a pessoa investiu energia por muitos anos numa empresa, num tipo de raciocínio, e se acanha diante da perspectiva de mudar. (…) Você pode ser médico hoje e amanhã querer ser arquiteto, compositor, geólogo, o que quiser, ao mesmo tempo. É possível, claro. O que se precisa saber é quanto disso cabe em sua vida, quanto disso se conecta com sua energia interior, aquela que pode movimentar suas ações para realizar seu desejo.

O momento não é apenas propício como enseja a mudança. É preciso valorizar a riqueza do conhecimento adquirido. Nossos antepassados, quando chegavam aos 50, 60 anos, costumavam dizer ou pensar: “Como seria diferente minha vida se, com a experiência e o conhecimento que tenho hoje, tivesse de volta minha juventude”. Fazia, naquele momento, algum sentido esse lamento. Contudo, hoje isso não se justi­fica. A pessoa chega aos 50 ou aos 60 anos e tem pela frente uma estrada enorme por caminhar.

 

 

Não basta viver mais, é preciso viver melhor

Por Kátia Stringueto da Revista Bons Fluidos e Luís Carlos Silveira fundador do Kurotel

 

Como já sabemos, estamos vivendo mais. Em 1982, a expectativa de vida do brasileiro era de 61,8 anos, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Hoje, falamos em 74,6 anos, segundo esse mesmo órgão. Por causa do aumento da expectativa de vida, o Brasil chegará a 2025 sendo o sexto país mais longevo do mundo, segundo o World Health Statistics, de Genebra. (…) Imagine usar a atual tecnologia e as próximas, que chegarão em breve, em prol da biologia que já nos permite viver mais tempo. Sabemos que existem áreas que prometem grande alento a diversas doenças, como as terapias de reparo ao DNA e ao RNA, a nanotecnologia, a modulação hormonal segura, a terapia com células-tronco, a reposição de nutrientes, a interface digital para cérebro e vísceras ou membros biônicos, entre tantas outras possibilidades. Não se discute, portanto, a capacidade da ciência nos manter vivos por um impressionante período de tempo no futuro. Contudo, ainda não é suficiente para que tenhamos uma vida com qualidade.

O que percebemos é que os aspectos que caracterizam uma pessoa longeva estão muito próximos da natureza, aqui entendida como o cultivo de hábitos alimentares saudáveis, atividades físicas, bom humor, capacidade de ser flexível e de se adaptar a novas situações etc. É claro que há indivíduos que manifestam esses traços com mais intensidade, mas é perfeitamente possível trabalhar e estimular essas características em todas as pessoas. O primeiro passo é que a própria pessoa acredite nela mesma, que ela se sinta capaz de mudar seus hábitos e abandonar os “pensamentos mágicos”, de que alguém, um médico, ou algum remédio será capaz de fazer isso por ela.

 

News Kur – Longevidade Saudável, Alimentação, Exercícios

A população idosa no Brasil vem crescendo significativamente.  A expectativa de vida está aumentando e junto aumenta à probabilidade de doenças. De acordo com dados de 2014 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a expectativa de vida no Brasil é de 75,2 anos e segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), no Brasil, 5,85% da população tem mais de 65 anos, número que deverá aumentar em 15 vezes até 2025.

O envelhecimento é um processo biológico, natural do ser humano e está diretamente relacionado ao nosso estilo de vida, com o ambiente em que estamos inseridos e com o acúmulo de experiências ao longo dos anos. Ele traz conquistas afetivas, emocionais e materiais. Especialistas acreditam que a longevidade se deve em cerca de 75% ao estilo de vida e apenas 25% aos genes.

Durante o processo do envelhecimento, mudanças no corpo humano ocorrem. A composição corporal vai sofrendo modificações como: aumento da gordura corporal e diminuição da quantidade de água corporal, o que favorece o aumento da prevalência de desidratação. Ocorre diminuição da massa óssea, diminuição da massa muscular, o equilíbrio vai ficando comprometido, com isto, o corpo já não responde com tanta rapidez e agilidade, aumentando o risco de fraturas. Também se observa aumento da prevalência de doenças como hipertensão arterial, obesidade, diabetes, câncer, entre outros.

O exercício físico deveria ser uma prática constante em todas as fases da vida e seus benefícios ultrapassam o limite físico e contribuem para retardar o efeito do envelhecimento. Ele também é muito importante para a saúde mental.

Atualmente as recomendações da geriatria sugerem que o exercício físico seja realizado diariamente com duração de 30 minutos ou mais e de preferência todos os dias da semana, que tenham gasto de energia e melhora do metabolismo e de preferência que sejam realizados pela manhã, com pequena carga e aumento gradativo da intensidade. A musculação, exercícios aeróbicos e os alongamentos são muito importantes.

A musculação auxilia na força muscular principalmente dos membros inferiores e da coluna vertebral, prevenindo o risco de quedas, aumentando o equilíbrio, melhorando a capacidade de locomoção, conservando ou aumentando a massa muscular, melhora da resistência e flexibilidade dos tendões e ligamentos e diminuindo a gordura corporal. Além disso, os exercícios também contribuem para retardar o efeito do envelhecimento, melhoram a postura, a flexibilidade, a pressão arterial e a frequência cardíaca, diminuem as taxas sanguíneas de colesterol, triglicerídeos e açúcar, aumentam o volume de sangue e de ventilação pulmonar, além de prevenir doenças do coração.

Quem pratica exercício fica mais confiante, tem melhor autoestima, humor e vigor, tende a ter menos depressão, estresse, insônia e é mais resistente a doenças.

Mas para um envelhecimento com qualidade é importante realizar mudanças para a adoção de um estilo de vida ativo e saudável. Quatro regras básicas são fundamentais: comer bem, exercitar-se com regularidade, dormir o suficiente e manter-se longe dos maus hábitos.

Dra. Gislaine Bonardi – Médica Geriatra do Kurotel.

JULHO: PROGRAMA LONGEVIDADE SAUDÁVEL

Em nosso mês de junho trouxemos muitas informações sobre a memória e saúde do cérebro. Abordamos a influência do estresse e das emoções para a retenção dos conhecimentos e estratégias para o fortalecimento da mente. Estes temas englobam o programa MEMÓRIA, destinado às pessoas que buscam criatividade, melhorar o desempenho no trabalho, priorizar o cuidado da mente de forma mais direta com o cérebro, sem esquecer-se do cuidado com o corpo e com as emoções.

Hoje inicia julho e com ele um novo programa para você conhecer.  Abordaremos ao longo dos próximos 30 dias o LONGEVIDADE SAUDÀVEL, programa destinado a todos que querem viver por mais tempo, com qualidade, saúde e esbanjando vitalidade e dinamismo.

O que você quer ser quando envelhecer?

É com esta pergunta que o Dr. Luís Carlos Silveira, fundador do Kurotel aborda uma nova dimensão sobre o passar dos anos. Segundo ele, não é mais uma mera possibilidade viver mais, é praticamente uma certeza. E como será esse envelhecimento? O que a medicina pode fazer para colaborar nesse sentido? “O poeta Mario Quintana, um paciente especialíssimo, brindou-me com uma frase que tenho até hoje emoldurada em meu consultório: ‘O ideal da medicina é fazer os doentes morrerem com saúde’”, lembra o médico, que, ao longo de sua vida pro­fissional, vem buscando ajudar as pessoas a se engajar em um movimento pela longevidade.

Segundo o World Health Statistics, de Genebra, devido ao aumento da expectativa de vida, o Brasil chegará a 2025 sendo o sexto país mais longevo do mundo. E você, como está cuidando da sua saúde para que tenha uma longevidade com qualidade?

Mergulhe conosco neste assunto e projete sua vida com ainda mais saúde. Nós podemos lhe auxiliar, pois queremos ver você sempre bem.

Acompanhe nossas redes sociais, blog e site que traremos muitas novidades para você. Mande suas dúvidas e comentários, estamos aqui para lhe ouvir.

Dia Mundial do Doador de Sangue

No dia 14 de junho comemora-se o Dia Mundial do Doador de Sangue. A partir de 2004 a Organização Mundial de Saúde (OMS) convencionou essa data, em homenagem ao médico prêmio nobel Karl Landsteiner, descobridor do sistema ABO de grupos sanguíneos.

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O objetivo dessa celebração é promover campanhas e ações culturais para estimular a população a doar sangue e hemoderivados. Estatísticas mundiais revelam que os países que tem maior índice de doadores são os de alta renda. No entanto as maiores demandas por bolsas de sangue encontram-se nos países pobres e subdesenvolvidos. Além da conscientização da importância de ser um doador regular, vale ressaltar o cuidado com a saúde, estilo de vida saudável e visão preventiva para uma amostra de boa qualidade. No dia da doação são realizados medidas e exames que garantem segurança na coleta e também para o receptor dos componentes doados.

Os requisitos para ser um doador de sangue são:

  • Estar em boas condições de saúde.
  • Ter entre 16 a 69 anos.
  • Pesar no mínimo 50kg.
  • Estar descansado (ter dormido pelo menos 6 horas nas últimas 24 horas).
  • Estar alimentado, sendo que a ingestão de alimentos gordurosos deve ser evitada nas 4 horas que antecedem a doação.
  • Condições como febre, hipertensão arterial, anemia, amamentação e gravidez impossibilitam a doação de sangue.

Seja um doador regular de sangue, estimule seus amigos e familiares a praticar essa boa ação, não somente em casos esporádicos de necessidade especial de entes queridos.

Doar sangue salva vidas!

Dr. Pedro Paulo Prudente – Médico do Esporte do Kurotel