Emagrecer – Uma mudança de filosofia de vida!

A imagem corporal é muito explorada na sociedade contemporânea e muitas vezes as pessoas buscam dietas milagrosas na busca de um padrão de beleza imposto e esquecem do seu maior patrimônio que é a saúde.

Para emagrecer com saúde é preciso reeducação, que é a análise completa do  comportamento, vislumbrando quais são os objetivos de vida e a partir desta, modificar os hábitos de vida.

Reeduque seu estilo de vida através de uma equipe interdisciplinar. A avaliação médica irá fornecer dados clínicos sobre a saúde, que serão importantes para identificar se o funcionamento hormonal está dentro da normalidade ou se existe alguma disfunção que pode afetar o emagrecimento. A nutricionista vai verificar seus hábitos alimentares, fará uma avaliação de nutrientes e fornecerá uma dieta balanceada e com equilíbrio de nutrientes. Exercitar-se é algo imprescindível, mas para isso são importantes uma avaliação física e orientação de um educador físico. O psicólogo vai ajudar a reconhecer quais são os motivos que prejudicam o estabelecimento de uma dieta saudável. Avaliar variáveis emocionais que podem afetar o emagrecimento, como, por exemplo, estresse, ansiedade, sintomas depressivos, a relação com corpo, a forma de pensar e culturas herdadas relacionadas à comida.

Portanto, emagrecer e manter o peso com saúde tem a ver com a reeducação do estilo de vida, através da aprendizagem de comportamentos benéficos ao corpo. Se você mudar a sua filosofia de vida, você não enfrentará problemas em nenhuma festividade ou comemoração, pois seguirá um planejamento.

Psicólogo Michael Zanchet – CRP: 07/13384

 

 

 

Sentido para a existência

Por Kátia Stringueto da Revista Bons Fluidos e Luís Carlos Silveira fundador do Kurotel

 

Parte do plano de longevidade consiste em elaborar um projeto estratégico de vida. É comum encontrarmos executivos, dirigentes, políticos, pessoas famosas, de modo geral, que obtiveram grande êxito e inspiram admiração pelos empreendimentos que realizam, mas que, quando olhadas de perto, estão desestruturadas, descompassadas, apresentando evidentes desequilíbrios entre suas idades cronológica e biológica, com sérios transtornos afetivos. É claro que uma pessoa que se esconde de si mesma, que mascara seus desejos, certamente terá muitas frustrações e decepções. E isso impactará seu estilo de vida, porque, conscientemente ou não, ela tentará compensar esse dé­ficit de satisfação com um desregramento crônico, inclusive na alimentação, ou com um engessamento moral. A falta de horizontes é uma característica de indivíduos assim. Por isso, é tão importante construir um plano estratégico, uma visão de futuro.

Pense como você estará daqui a cinco anos. Como estará no futuro em relação aos seus netos, aos familiares, que desejos tentará realizar. Não é uma tarefa fácil provocar reflexões nesse sentido, fazendo com que a pessoa consiga se enxergar, em sua contribuição para com os outros, além dos aspectos materiais. (…)

Você pede que essa pessoa pense, reflita sobre os próximos cinco, dez anos de sua vida, e ela simplesmente não tem essa imagem, não tem essa perspectiva. É comum ouvirmos: “Como pensar daqui a cinco, dez anos? Eu tenho coisas para resolver hoje, agora, não posso parar para pensar no futuro, não tenho tempo para isso”. Isso é máquina, esse procedimento faz parte de uma engrenagem, tudo está rodando junto, a vida da pessoa é apenas um lubrificante para que essa engrenagem não pare. Não há tempo para viver a vida.

Essa pessoa não tem visão de longo nem de médio alcance. Ela nunca pensou nessa hipótese, até porque isso vai lhe gerar apreensões, pois exigirá a tomada de algumas posições na vida que ela não quer ou para as quais não está preparada. Ou mais: há casos em que o sujeito é corajoso para vencer, tomar posições arrojadas em negócios, mas comporta-se como alguém intimidado diante de si mesmo, pois tem medo de correr riscos em âmbito emocional, afetivo ou pessoal. O envolvimento árduo com o trabalho passa a ser uma espécie de terapia ocupacional: o sujeito se ocupa no dia a dia para não ter de pensar no amanhã ou não olhar verdadeiramente o dia de hoje. Uma das novas abordagens psicológicas feitas quando falamos em longevidade centra-se na inversão de uma pergunta que costumávamos fazer às crianças: “O que você quer ser quando crescer?”. Na longevidade, o princípio condutor é o mesmo: “O que você quer ser quando envelhecer?”. É uma pergunta honesta, pois a resposta se encontra em algumas escolhas que fazemos na vida. É uma pergunta que tem de ser feita, sobretudo porque o que até então era um “risco”, o de viver mais, muito mais até, está se tornando a cada dia uma certeza, uma expectativa muito concreta de acontecer. E, como vimos anteriormente, “viver mais” por si só não dá conta do que definimos como “viver bem”. Portanto, temos de começar a fazer essa pergunta aos 50, aos 60, aos 70 anos: “Como queremos estar daqui a trinta anos?”, no lugar de pensar em “Como vamos estar daqui a 30 anos?”.

A ideia dessa pergunta é estimular as pessoas a ter sonhos. Os sonhos são cestas de energia: é onde temos de colocar nosso empenho, nossa dedicação, a capacidade de realizarmos coisas. Às vezes a pessoa investiu energia por muitos anos numa empresa, num tipo de raciocínio, e se acanha diante da perspectiva de mudar. (…) Você pode ser médico hoje e amanhã querer ser arquiteto, compositor, geólogo, o que quiser, ao mesmo tempo. É possível, claro. O que se precisa saber é quanto disso cabe em sua vida, quanto disso se conecta com sua energia interior, aquela que pode movimentar suas ações para realizar seu desejo.

O momento não é apenas propício como enseja a mudança. É preciso valorizar a riqueza do conhecimento adquirido. Nossos antepassados, quando chegavam aos 50, 60 anos, costumavam dizer ou pensar: “Como seria diferente minha vida se, com a experiência e o conhecimento que tenho hoje, tivesse de volta minha juventude”. Fazia, naquele momento, algum sentido esse lamento. Contudo, hoje isso não se justi­fica. A pessoa chega aos 50 ou aos 60 anos e tem pela frente uma estrada enorme por caminhar.

 

 

Não basta viver mais, é preciso viver melhor

Por Kátia Stringueto da Revista Bons Fluidos e Luís Carlos Silveira fundador do Kurotel

 

Como já sabemos, estamos vivendo mais. Em 1982, a expectativa de vida do brasileiro era de 61,8 anos, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Hoje, falamos em 74,6 anos, segundo esse mesmo órgão. Por causa do aumento da expectativa de vida, o Brasil chegará a 2025 sendo o sexto país mais longevo do mundo, segundo o World Health Statistics, de Genebra. (…) Imagine usar a atual tecnologia e as próximas, que chegarão em breve, em prol da biologia que já nos permite viver mais tempo. Sabemos que existem áreas que prometem grande alento a diversas doenças, como as terapias de reparo ao DNA e ao RNA, a nanotecnologia, a modulação hormonal segura, a terapia com células-tronco, a reposição de nutrientes, a interface digital para cérebro e vísceras ou membros biônicos, entre tantas outras possibilidades. Não se discute, portanto, a capacidade da ciência nos manter vivos por um impressionante período de tempo no futuro. Contudo, ainda não é suficiente para que tenhamos uma vida com qualidade.

O que percebemos é que os aspectos que caracterizam uma pessoa longeva estão muito próximos da natureza, aqui entendida como o cultivo de hábitos alimentares saudáveis, atividades físicas, bom humor, capacidade de ser flexível e de se adaptar a novas situações etc. É claro que há indivíduos que manifestam esses traços com mais intensidade, mas é perfeitamente possível trabalhar e estimular essas características em todas as pessoas. O primeiro passo é que a própria pessoa acredite nela mesma, que ela se sinta capaz de mudar seus hábitos e abandonar os “pensamentos mágicos”, de que alguém, um médico, ou algum remédio será capaz de fazer isso por ela.

 

29/05 – Dia Mundial da Saúde Digestiva

Hoje comemora-se o dia Mundial da Saúde Digestiva, a data serve para esclarecer e orientar as pessoas quanto a importância do diagnóstico correto e precoce no tratamento das doenças do aparelho digestório. Entre os males mais comuns, estão a prisão de ventre, a azia, a gastrite, o refluxo, as intoxicações, as inflamações e até mesmo o câncer.

O Sistema Digestório (antes Sistema Digestivo ou Aparelho Digestivo) é formado por um conjunto de órgãos cuja função é transformar os alimentos, por meio de processos mecânicos e químicos, é composto por estruturas que vão da boca até o ânus.

Mas será que você está cuidando adequadamente do seu sistema digestório?  A maioria das pessoas com problemas dessa natureza não procuram ajuda médica e preferem recorrer à automedicação. Soluções básicas podem lhe ajudar a ter mais saúde digestiva.

Coma de forma fracionada ao longo do dia, não beba líquido durante as refeições, aumente a ingesta frutas e hortaliças, aumente a ingesta de grãos como a linhaça, chia, semente de abóbora, quinoa; mastigue mais vezes e mais devagar, beba mais água, diminua o consumo de alimentos processados e/ou industrializados, faça exercícios físicos regulares.

Outro tema recorrente quando falamos em saúde digestiva é a microbiota intestinal, esta podemos entender como um órgão virtual que se comunica com todo o organismo, principalmente cérebro. Quando as bactérias que vivem no intestino estão em desequilíbrio temos um quadro conhecido como Disbiose, isto pode influenciar negativamente a saúde emocional, potencializando quadros depressivos, de ansiedade, Alzheimer, Parkinson e até Autismo.

Se você tiver queixas gastrointestinais procure um médico. Somos o que comemos.

Dr. Renato Kalil – Médico do Exercício e do Esporte do Kurotel

Fontes:

  • Organização Mundial de Gastroenterologia (WGO)
  • Federação Brasileira de Gastroenterologia (FBG)
  • Organização Mundial da Saúde (OMS)

Emagreça com saúde

A imagem corporal é muito explorada na sociedade contemporânea e muitas vezes as pessoas buscam dietas milagrosas para obter um padrão de beleza imposto e se esquecem do maior patrimônio que é a saúde.

Para emagrecer de forma saudável é preciso uma reeducação composta pela análise completa dos comportamentos pessoais, vislumbrando quais são os objetivos de vida e a partir desta, modificar os hábitos e estilo de vida por meio de uma equipe transdisciplinar composta por psicólogo, educador físico, nutricionista e médico.

A avaliação médica irá fornecer dados clínicos sobre a saúde, que serão importantes para identificar se o funcionamento hormonal está dentro da normalidade ou se existe alguma disfunção que pode afetar o emagrecimento. A nutricionista vai verificar os hábitos alimentares, fará uma avaliação de nutrientes e fornecerá uma dieta balanceada, com equilíbrio de nutrientes.  Para exercitar-se de forma correta, a avaliação física e a orientação de um educador físico é imprescindível e o auxílio do psicólogo ajuda no reconhecimento dos motivos que prejudicam o estabelecimento de uma dieta saudável e as variáveis emocionais que podem afetar no processo, como estresse, ansiedade, sintomas depressivos, a relação com o próprio corpo, a forma de pensar e culturas herdadas relacionadas à comida.

Emagrecer e manter o peso com saúde tem a ver com uma reeducação de um estilo de vida, através da aprendizagem de comportamentos benéficos ao corpo.

Michael Zanchet – Psicólogo do Kurotel