Ansiedade? Viva o presente!

O mundo contemporâneo é pautado pelo automático, impondo agilidade, automatização de ideias, rapidez nas informações e requerendo respostas imediatas, onde o passado e o futuro se confundem e o presente desaparece.

A ansiedade tem a ver com isso, antecipar o futuro, fazer as coisas com rapidez, sem reflexão, agir pelos instintos primitivos da impulsividade e medo de errar, pautada pela insegurança, das idealizações, que trazem consequências físicas e emocionais.

A perfeição não existe, o erro faz parte do aprendizado, a reflexão sempre pauta a melhor decisão e a dose certa de ansiedade nos impulsiona para a vida, para efetivarmos nossos objetivos, então o nível adequado nos traz benefícios.

Os dois últimos parágrafos são maneiras diferentes de ver a mesma questão, por uma ótica negativa ou positiva. Viver “armado” nos leva à ansiedade, saber o momento de relaxar, desligar, viver o presente leva a ter maior lucidez nas percepções; assim, quando necessitamos acionar o corpo para as nossas atividades, temos energia adequada, não fazendo esforço maior do que o necessário e não desequilibrando o organismo.

O nosso corpo é uma máquina perfeita, mas tem um grande comandante: o cérebro, que aciona os comportamentos e esses determinam o bom ou mal funcionamento dessa máquina. Para fazer esse equilíbrio é necessário exercitar-se, alimentar-se, relaxar, dormir, relacionar-se, estudar, amar e ser amado, ou seja, viver o presente e cada etapa de vida.

Concluindo, o passado tem duas funções: lembrar das coisas boas e aprender com aquelas que não foram tão boas, o futuro depende de hoje; por isso como já disse viva o presente, fazendo uma coisa de cada vez.

Psicólogo Michael Zanchet.

CRP: 07/13384

Meditação como aliada para o emagrecimento

Por muitos anos, se falava em dieta e exercício físico para pilares únicos e fundamentais para o emagrecimento. De fato, eles continuam sendo fundamentais, mas não únicos! É possível que seja feita a “melhor dieta do mundo” para um indivíduo, considerando todas as suas preferências e especificidades e que esta pessoa ainda esteja fazendo o seu treino de exercícios perfeito. Mesmo assim, isto não será completo. Se a pessoa não aprender a se relacionar melhor com ela mesma e com o alimento, o sucesso do emagrecimento está fadado ao fracasso. Sem o cuidado da mente e das emoções, os resultados poderão acontecer por uma semana, quem sabe duas, ou três, com muito esforço. E talvez aí esteja o problema, a percepção do esforço ou do fardo.

 

Cuidar do corpo mental e emocional significa aprender a lidar com a comida e com o ato de comer de uma maneira mais leve e harmoniosa. Aí, sem dúvida, a meditação entra muito bem e exerce papel importante no reconhecimento as emoções. Aumenta a consciência no processo de comer é divisor de águas para o emagrecimento sustentado. Desta forma, isto pode ser feito tanto com a meditação regular quando durante o próprio ato de se alimentar.

O Mindful eating ou o comer com consciência, é um exercício a ser praticado. Isto tem sido amplamente estudado nas melhores universidades do mundo. A Terapia Cognitiva também tem se debruçado sobre o tema e utiliza o que chamamos de Mindulnes Based Cognitive Therapy onde utiliza amplamente a meditação tipo atenção plena para aumentar e melhorar o processo de reconhecimento das emoções, redução da ansiedade e compulsão e na mudança de comportamento. Um trabalho australiano realizado neste ano acompanhou mais de 8.000 mulheres e viu que a meditação e o ioga ajudam não somente as mulheres a terem melhores escolhas para suas saúde, mas também a melhorarem a satisfação pessoal sobre seu corpo (quando comparadas a mulheres de mesmo índice de massa corporal, mas que não praticam as técnicas).

No Kurotel, utilizamos a meditação desde 2007 e a consideramos parte importante do nosso tratamento. Os médicos e psicólogos, quando identificam e relacionam um comportamento ansioso com o sobrepeso e a obesidade, logo prescrevem a técnica e acompanham o andamento.

 

Dra Mariela Silveira

Especialista em Nutrologia e Terapia Cognitiva pela USP. 

 

Emagrecimento: uma questão de escolhas

A palavra emagrecimento está no pensamento de muitas pessoas, que se sentem insatisfeitas com seus corpos, principalmente nos meses que antecedem o verão onde a exposição do corpo é maior.

A dieta mais aconselhável é aquela que é possível seguir por uma filosofia de vida, onde é possível aprender a reeducar o contexto de vida para beneficiar a saúde e o corpo, tendo dados clínicos que sirvam como base para as escolhas.

Para isso são necessárias duas atitudes: reduzir e manter o peso corporal. Muitas pessoas se perdem no manter, por isso, é muito importante o acompanhamento médico, para avaliar as condições de saúde da pessoa, afim de mensurar os dados clínicos e avaliar fatores de risco, qual composição corporal é mais adequada para aquela pessoa, conforme a faixa etária, genética e estado de saúde.

Já a redução é pautada na organização da alimentação, tendo uma dieta composta por todos os nutrientes que o corpo necessita para o seu bom funcionamento, essa dieta deve ser prescrita por uma nutricionista, personalizando o cardápio conforme a faixa etária, costumes, cultura dessa pessoa, especificando o tipo de alimento e a quantidade.

O movimento do corpo também é muito importante, pois gera gasto energético,  fundamental para haver a redução de gordura e o aumento da musculatura, fazendo a troca real do emagrecimento que é reduzir gordura e aumentar massa muscular. O comportamento e o emocional são fundamentais para esse processo, afinal quem comanda as ações são as nossas percepções e pensamentos.

Emagrecer e manter o peso corporal requer organização e inserção de uma nova percepção e mentalidade do seu contexto de vida, incluindo os exercícios físicos na semana, aprendendo e redescobrindo o paladar de uma alimentação baseada no sabor, na qualidade e no prazer, tendo foco no que está comendo, relaxando e reconhecendo as emoções.

O desejo está dentro de si e os profissionais instrumentalizam você para esse projeto de saúde, mas quem faz a operação e tem o protagonismo é você, quando toma as decisões. Por isso que emagrecer não é um momento da vida, mas sim uma nova filosofia!

Psicólogo do Kurotel Michael Zanchet

CRP: 07/13384

“Barriga Sarada”: mais do que uma questão estética

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 80% dos indivíduos possuem dor na região lombar, ocasionadas por diversas razões, como traumas direitos, manutenção de posturas erradas, excesso de movimentos repetitivos e a falta de força da musculatura posterior do tronco e dos músculos abdominais.

Os músculos abdominais constituem a região ântero-lateral do tronco, sendo o transverso do abdômen o mais profundo. Estudos apontam que a sua contração precede qualquer movimento dos membros superiores e inferiores e de todos os demais músculos abdominais, além de ser ativo durante todos os movimentos do tronco. Por esse motivo, é um dos principais músculos estabilizadores da coluna vertebral, atuando como limitador e controlador dos movimentos, prevenindo sobrecargas em ligamentos e cápsulas articulares. Quanto mais fortalecido está esse músculo, maior a estabilização do tronco e menor a chance de dores na região lombar.

Prepare-se para o verão

De fato é bastante comum o comportamento de se preparar para o verão, e sempre com foco estético. A primavera vai acabando, as academias vão aumentando suas matrículas, os parques e ruas vão se enchendo de pessoas sedentas pelo tal “Projeto Verão”. Mas isto em termos de saúde é correto? Dietas malucas, cirurgias para ficar bem naquele biquíni… Vale se submeter a essas práticas?

Partimos do princípio que saúde não se constrói da noite para o dia, para se conquistar bem-estar físico e mental é preciso planejamento e muita disciplina. Muitas pessoas no mundo todo negligenciam sua própria saúde durante meses ou anos e querem estar com um corpo escultural em pouquíssimo tempo, como num passe de mágica, como um milagre.

A ciência já nos comprovou que quanto menos gordura corporal (dentro dos limites mínimos) menor o risco de desenvolvermos doenças crônicas como hipertensão arterial, câncer e diabetes, além de derrame cerebral e Infarto do Coração.

Portanto, prepare-se para todas as estações do ano, cuide de você o ano todo! Exercício físico regular com reeducação alimentar lhe proporcionarão uma saudável RECOMPOSIÇÃO corporal. Mais músculo e menos gordura lhe darão saúde e estética melhores.

Dr. Renato Kalil F. Uehbe

NEWS KUR: Autoconhecimento para melhores resultados

Estresse, ansiedade, medicamentos, genética, são alguns fatores que acabam gerando sobrepeso em algumas pessoas, mas existe um fator que muitas pessoas ignoram: a hipersensibilidade alimentar.

Você sabe a diferença entre alergia alimentar e a hipersensibilidade alimentar?

A alergia alimentar é caracterizada por uma resposta imediata do sistema imunológico quando nos expomos a algum alimento específico (geralmente alguns minutos ou até 2 horas após o consumo do alimento). Os sintomas geralmente são irritações na pele, coceiras, edemas (inchaço), fadiga, diarreia e vômitos, e em casos mais graves, choque anafilático. Quando exposto ao alimento ao qual desenvolveu alergia, o corpo reage produzindo anticorpos do tipo IgE, que geram rapidamente todos os sintomas relacionados acima.

Já as hipersensibilidades alimentares são causadas por uma resposta imune a um determinado alimento ou até mesmo diversos alimentos ao mesmo tempo, mas mediados por outros anticorpos, os anticorpos do tipo  IgG. Em circunstâncias normais, esses anticorpos se combinam com proteínas do alimento e formam complexos que são eliminados pelo sistema imunológico. Entretanto, se o sistema imune está sobrecarregado ou existe contato muito frequente com o alimento, os complexos podem acumular em locais como articulações, tecidos, mucosas ou o trato digestivo e produzem sintomas de hipersensibilidade alimentar. Já se sabe que digestão inadequada, parasitas intestinais, alteração da flora intestinal, dieta pobre em nutrientes, consumo de álcool, infecções intestinais, suscetibilidades genéticas ou efeitos de medicações podem estar envolvidos com o início do desenvolvimento das hipersensibilidades alimentares.

Os sintomas da hipersensibilidade costumam ser muito variados e podem aparecer até 5 ou 10 dias após comer um alimento a qual se tem reação e pode durar por semanas ou meses, por isso é bastante difícil associar quais alimentos podem estar causando os sintomas. Nem sempre existem sintomas quando o alimento é ingerido apenas uma vez.

Os sintomas mais característicos são: dores de cabeça, dores nas articulações, enxaquecas, flatulência, diarreia e/ou constipação, dores abdominais, náuseas, fadiga, depressão, retenção hídrica, urticária, rinite, sinusite, asma, bronquite, artrite, dermatite ou coceiras na pele, dificuldade de concentração, síndrome de fadiga crônica, fibromialgia, síndrome do intestino irritável, distúrbios de sono e insônia, problemas de controle de peso.

Food Detective um aliado no combate a obesidade

Com apenas uma gota de sangue você consegue realizar um exame completo para detectar intolerâncias alimentares. Trata-se do Food Detective, o novo aliado para uma alimentação saudável e personalizada pelas necessidades individuais de cada pessoa.

Food Detective é um exame desenvolvido pela Cambridge Nutritional Sciences (Inglaterra), simples, rápido e específico para identificar produção de anticorpos do tipo IgG. O teste utiliza o método ELISA para detecção dos anticorpos e avalia a intolerância a 59 alimentos, onde o resultado fica pronto no mesmo dia.  Ele é indicado para todos que desejam seguir uma alimentação mais individualizada, que promova a saúde do seu organismo.

A finalidade do exame é identificar a intolerância alimentar e é recomendado para pessoas com sensibilidades alimentares e que podem apresentar sintomas muito variados e problemas de controle de peso.

O Food Detective é um aliado no combate à obesidade, pois a sensibilidade imunológica a algum alimento que esteja sendo consumido com frequência por um indivíduo aumenta a produção de substâncias tóxicas ou inflamatórias no organismo, que alteram o metabolismo e dificultam os processos de emagrecimento.

News Kur – Estresse e emagrecimento

Quando falamos dos efeitos negativos do estresse na saúde, lembramos de sintomas como lapsos de memória, dificuldades no sono, picos hipertensivos, tonturas, gripes recorrentes, cansaço excessivo, maior irritabilidade e pouca tolerância. Enfim, uma lista de sintomas descritos que decorrem de respostas físicas, psicológicas ou ambas, geradas a partir do aumento de demandas que podem provir do meio externo ou interno. Mas, dificilmente falamos ou pensamos na influência do estresse para o emagrecimento. E devemos.

“O estresse é um processo de resposta psicofisiológica do organismo, frente a uma situação que ameace a quebra de sua homeostase (equilíbrio) interna. Ou seja, uma situação de tensão gerada por fatores internos ou externos, que desencadeia um amplo processo bioquímico, exigindo de nosso corpo um investimento maior de energia, para capacitá-lo e/ou adaptá-lo às demandas enfrentadas”, analisa a psicóloga Jacqueline Germano Trindade (CRPO RS 11989), da Equipe do Kurotel. “Níveis elevados de cortisol, hormônio liberado quando estamos estressados, podem provocar um aumento do colesterol LDL (ruim), redução do colesterol HDL (bom), aumento da gordura abdominal, retenção de líquidos, maior ansiedade, irritabilidade, incapacidade para relaxar, aumento da necessidade de consumo de carboidratos e açucares (podendo gerar até uma compulsão).” Concomitantemente, aspectos psicológicos podem ser desencadeados, estabelecendo no consumo alimentar uma relação distorcida com a comida, seja por recompensa, por alívio de tensão, ou por uma busca de prazer. Jacqueline relata que o cortisol elevado altera o metabolismo, “gerando um processo inflamatório e, consequentemente, produz um aumento de volume das células de gordura, levando ao aumento da gordura corporal”. .

Com todas essas alterações, o processo do emagrecimento pode tornar-se menos eficaz, inclusive permanecendo estagnado. Ter saúde e emagrecer saudavelmente é desenvolver hábitos salutares que se traduzem em um estilo de vida saudável. “O cuidado com as emoções e um sono reparador são comportamentos aliados que nos ajudam a controlar o estresse e a emagrecer com saúde”, explica a psicóloga.     ​

 

Emagreça com saúde

A imagem corporal é muito explorada na sociedade contemporânea e muitas vezes as pessoas buscam dietas milagrosas para obter um padrão de beleza imposto e se esquecem do maior patrimônio que é a saúde.

Para emagrecer de forma saudável é preciso uma reeducação composta pela análise completa dos comportamentos pessoais, vislumbrando quais são os objetivos de vida e a partir desta, modificar os hábitos e estilo de vida por meio de uma equipe transdisciplinar composta por psicólogo, educador físico, nutricionista e médico.

A avaliação médica irá fornecer dados clínicos sobre a saúde, que serão importantes para identificar se o funcionamento hormonal está dentro da normalidade ou se existe alguma disfunção que pode afetar o emagrecimento. A nutricionista vai verificar os hábitos alimentares, fará uma avaliação de nutrientes e fornecerá uma dieta balanceada, com equilíbrio de nutrientes.  Para exercitar-se de forma correta, a avaliação física e a orientação de um educador físico é imprescindível e o auxílio do psicólogo ajuda no reconhecimento dos motivos que prejudicam o estabelecimento de uma dieta saudável e as variáveis emocionais que podem afetar no processo, como estresse, ansiedade, sintomas depressivos, a relação com o próprio corpo, a forma de pensar e culturas herdadas relacionadas à comida.

Emagrecer e manter o peso com saúde tem a ver com uma reeducação de um estilo de vida, através da aprendizagem de comportamentos benéficos ao corpo.

Michael Zanchet – Psicólogo do Kurotel

Emagrecimento: reeducar é preciso!

O emagrecimento saudável ocorre através de um processo de reeducação do estilo de vida onde o indivíduo é visto como um ser total. É a resposta da troca de uma massa corporal gorda por uma massa corporal magra, ou seja, a redução da gordura e o ganho de músculos.

Existem três variáveis que influenciam no emagrecimento: o exercício físico, a qualidade e organização da alimentação e o gerenciamento emocional. O gerenciamento emocional voltado para o emagrecimento chama-se Terapia Cognitiva para o Emagrecimento e engloba três áreas: a Psicologia, a Nutrição e a Educação Física. A nutricionista elabora um planejamento alimentar personalizado, o educador físico prescreve o exercício físico e o psicólogo trabalha a influência do pensamento nas emoções e no comportamento.

O modelo cognitivo parte da premissa que ideias e pensamentos desencadeiam a emoção, que pauta uma ação (comportamento) e traz como consequência uma reação física.

Uma pessoa que faz um juízo de valor negativo de si própria e pensa que é incapaz de desempenhar uma determinada função acaba sentindo-se triste e ficando ansiosa. Caso encontre uma barra de chocolate acaba comendo, pensando: “não resisto” ou “eu mereço”. Posteriormente tem uma reação física como desconforto abdominal e sentimento de culpa.  Nestes casos o pensamento é automático e disfuncional e, muitas vezes, acontece em frações de segundos. O terapeuta ensina a reconhecer os pensamentos disfuncionais e elaborar técnicas para que o indivíduo possa responder de forma adaptativa, revertendo o pensamento, antes de ocorrer um comportamento desfavorável.

Além dessa revisão do pensamento, o psicólogo vai atuar no comportamento; abordando, assim, assuntos como: a organização do ambiente, o ritmo das refeições, a diferenciação da fome e da vontade de comer, o planejamento de uma agenda e o preparo para se pesar.

 

Emagrecer requer: a integração do corpo e da mente, comer de forma fracionada, não ter pressa, comer conscientemente e não de maneira automática, exercitar-se, relaxar, ocupar a mente com aspectos saudáveis, relacionar-se com as pessoas importantes. Em resumo, adotar um conjunto de fatores que levam a uma reeducação do estilo de vida e não somente um processo com data para acabar.

Muitas pessoas buscam resultados através de sacrifícios, com metas que têm data para acabar: “quero emagrecer para estar bem no casamento do meu filho”, “para colocar o biquíni ou a sunga no verão”. Então, quando chega a data específica acaba a motivação.

Por isso, o termo dieta talvez não seja o mais apropriado, pois vem carregado de sacrifício. A expressão reeducar, por sua vez, é mais adequada, por representar um aprendizado para uma vida saudável. A motivação, nesse caso, está na saúde.  O equilíbrio entre a alimentação – na qualidade, na quantidade e no fracionamento – juntamente com o gerenciamento das emoções e o exercício físico planejado, dará uma resposta positiva para o organismo.

Como eu posso me reeducar?

É fundamental diferenciar emagrecer de perder peso. Quem quer meramente perder peso, está querendo se autodestruir, perder saúde, músculo, osso, pele, água, tempo, dinheiro, ganhando, por outro lado, envelhecimento precoce. Já quem deseja emagrecer, busca reduzir a massa corporal gorda (gordura) e adquirir a massa corporal magra (músculo). Para isso, é necessário planejamento e requer tempo, check-up, exercício físico, alimentação saudável e trabalho emocional.

A ansiedade, os sintomas depressivos e o estresse são fortes aliados do desequilíbrio físico e emocional. Estas emoções, muitas vezes, são depositadas na alimentação. Uma boa estratégia consiste em se questionar “fome de quê?”, antes de alimentar-se, a fim de tornar o ato de comer consciente e dar a resposta adequada ao que o corpo está precisando naquele momento.

Se o sintoma é cansaço, é necessário descanso. Se o sintoma é fome, é necessária alimentação. Se o sintoma é sede, é necessária água. Se o sintoma é tristeza são necessárias caminhadas, conversas ou até mesmo o silêncio. Se o sintoma é ansiedade, é necessário relaxamento. Enfim o psicólogo baseia seu trabalho estabelecendo estratégias comportamentais. O objetivo disso é o de fazer o reconhecimento dessas emoções, exercitando a reflexão, no intuito de ensinar a lidar com esses sentimentos.

Michael Zanchet

CRP: 07/13384

Psicólogo do Kurotel – Centro de Longevidade e Spa

Alimentação Saudável

Ter uma alimentação balanceada e adequada é fundamental para uma longevidade saudável. Nada melhor que utilizar o dia de hoje para refletir sobre seus hábitos alimentares e propor-se um novo método.

A má alimentação está, muitas vezes, associada ao “piloto automático”, onde o cérebro guia nosso comportamento de maneira mais conveniente, geralmente sem consciência envolvida na tomada de decisão. Tomar consciência da alimentação é o primeiro passo para ter uma alimentação saudável.

Na hora de realizar uma refeição, mantenha a calma. Evite alimentar-se e fazendo algo ao mesmo tempo como ver televisão ou ler. Quando estiver comendo, apenas coma, desfrute deste momento estando presente e sentindo as sensações que ocorrem.  Não permita que a ansiedade, inquietação e falta de paciência predominem. Desta forma é possível impedir pensamentos limitadores e comportamentos automatizados.

Acostume o seu corpo a realizar refeições pequenas, nutritivas e a cada 3 horas, desta maneira seu metabolismo fica em equilíbrio e a sensação de ‘fome’ é reduzida. Opte por alimentos ricos em nutrientes e fibras, como frutas, oleaginosas e grãos.  A escolha adequada e variada previne deficiências nutricionais e doenças, sendo um facilitador para a longevidade saudável.