NEWS KUR: 5 maneiras de deixar seu corpo mais saudável para o Carnaval!

Exercícios de fortalecimento muscular de membros inferiores para você realizar em casa.

1 – Prancha

Inicie seu treino realizando o exercício de prancha para aquecer e estimular o “core” (musculatura do centro do corpo que envolve a região abdominal, lombar e pélvica). Deite com o abdômen para baixo, apoie os cotovelos e antebraços no solo e deixe-os alinhados com os ombros. Suba o corpo e apoie-se também com a ponta dos pés. Deixe o corpo ereto e contraia a musculatura abdominal. Fique nesta posição de 10 a 30 segundos, de acordo com seu condicionamento. Recupere voltando o corpo ao solo, tente repetir novamente por 2 a 3 vezes.

 

2 – Agachamento

Inicie o exercício em pé, com os pés afastados na linha dos ombros.

Flexione os joelhos, levando o quadril para baixo como se fosse sentar em uma cadeira. Volte a posição inicial estendendo os joelhos novamente. Mantenha a coluna ereta, o abdômen contraído e estenda os braços a frente para auxiliar no equilíbrio.

 

3 – Afundo

Coloque um pé a frente do outro deixando uma distância considerável para execução do movimento completo. O pé da frente fica totalmente apoiado no chão e o de trás deve manter o calcanhar para cima.

Desça o joelho em direção ao chão, formando um ângulo de 90º na articulação do joelho da perna que está a frente. Volte a posição inicial estendendo o joelho. Mantenha o olhar para frente e a coluna ereta para alinhar a postura. Após fazer uma série com uma das pernas, troque a posição para trabalhar a outra perna.

 

4 – Elevação de quadril

Deitado no colchonete, com os joelhos flexionados, eleve uma perna para cima. Faça o movimento de elevar o quadril e retorne devagar, mantendo a perna para cima. Após uma série, troque a posição para trabalhar o outro lado.

Faça o movimento de elevar o quadril e retorne devagar, mantendo a perna para cima. Após uma série, troque a posição para trabalhar o outro lado.

 

5 – Flexão plantar

Em pé, com a coluna ereta e abdômen contraído, alinhe a ponta do pé com o joelho.

Suba na ponta do pé e desça devagar, controlando o movimento.

 

Você pode realizar de 2 a 3 séries de cada exercício com de 10 a 15 repetições de acordo com sua condição física. Lembrando que a melhor forma de personalizar um treinamento de acordo com condicionamento físico e restrições é com o trabalho de um Profissional de Educação Física.

Bom treino!

 

Pela Professora de Educação Física do Kurotel, Maria Cristina Schokal Marques Cref 9560-G/RS

Exercício é “remédio” para o corpo

Hoje em dia o exercício é comprovadamente uma prescrição eficaz para dor nas articulações. Movimentar-se pode ajudar a aliviar a dor no tornozelo, no joelho, no quadril e nos ombros, por exemplo. A capacidade de compensar dor nas articulações vem da força muscular, músculo parado se atrofia e, consequentemente, as dores aumentam. É isso mesmo que você está lendo, nas dores articulares crônicas podemos e devemos nos mexer mais, isto aliviará os sintomas.

Quando estamos vivendo algum processo físico doloroso tudo fica pior em nossas vidas, já não se pode caminhar tranquilamente e com postura adequada, entrar no carro torna-se complicado, dançar perde a graça, fica perigoso tomar um simples banho, descer uma escada já não é possível, enfim, tudo começa a ficar mais difícil de ser executado.

E porque isto acontece? Porque o exercício pode ser um aliado no combate a dor?

  • Aumenta a força e a flexibilidade dos músculos e do tecido conjuntivo que circundam as articulações. Quando os músculos da coxa são mais fortes, por exemplo, eles podem ajudar a apoiar o joelho, aliviando assim uma parte da pressão sobre a articulação.
  • Alivia a rigidez, que por si só pode ser dolorosa. Quando não nos exercitamos, os tendões, músculos e ligamentos tendem a se encurtar cada dia mais rapidamente. Mas o exercício e alongamento da cadeia muscular posterior do corpo podem ajudar a reduzir a rigidez e preservar ou ampliar a sua amplitude de movimento.
  • Aumenta a produção de líquido sinovial, o lubrificante dentro das articulações. O líquido sinovial ajuda a trazer oxigênio e nutrientes para as articulações. Assim, o exercício ajuda a manter suas articulações “bem azeitadas”.
  • Aumenta a produção de compostos naturais que combatem e aumentam o limiar da dor, ou seja, você se torna menos sensível as dores que antes lhe incomodavam muito mais.
  • Ajuda você a manter seu peso sob controle, o que pode ajudar a aliviar a pressão em articulações com suporte de peso, como quadris, joelhos e tornozelos.
  • Aumenta a produção de produtos químicos naturais no cérebro que ajudam a impulsionar o seu humor. Você vai se sentir mais feliz – além de se sentir melhor.

É sempre recomendável ser supervisionado por um médico e por um educador físico antes de iniciar um programa de exercícios, para que assim sejam feitos os mais corretos e de maneira segura.

Lembre-se: O corpo humano foi feito para se mover!!!

Dr. Renato Kalil – Médico do Esporte do Kurotel

Vamos sair do sedentarismo?

Por que sair do sedentarismo? As respostas nos remetem ao início da espécie humana. Desde os primórdios o homem levava uma vida bastante ativa com atividades físicas diversificadas, relacionadas principalmente a ações de sobrevivência e preservação da espécie. Com a evolução dos tempos, principalmente após os 100 anos da revolução industrial, os avanços tecnológicos facilitaram de tal forma nossas vidas que hoje em dia não precisamos mais sair de casa para realizarmos nossas atividades diárias como trabalhar, conseguir alimentos e manter relações interpessoais, sejam elas reais ou virtuais. Tivemos que substituir essas atividades não mais necessárias por outras que nos possibilitem manter o equilíbrio energético e a homeostase das funções orgânicas. Andamos na contramão da nossa própria história natural e agora o diferencial para uma vida saudável e longeva está na retomada de hábitos simples, mas que fazem toda a diferença: alimentação saudável, de preferência natural e orgânica, prática de exercícios físicos regulares, sono restaurador e o controle do estresse.

Dr. Luiz Felipe, Médico do Esporte complementa que em pleno século XXI, mesmo com todo o conhecimento científico sobre a importância da atividade física para a saúde, estilo de vida e envelhecimento saudável, nos deixamos levar pelo comodismo e, consequentemente, sedentarismo. A maioria das pessoas não se preocupa em ter uma vida saudável, apenas com quanto tempo poderá viver. Todos podem viver bem no que depender de nossas escolhas e atitudes, mas ninguém tem o poder de prever quanto tempo viveremos.

Estudos sobre as doenças crônicas mais prevalentes apontam que 85% delas estão relacionadas aos nossos hábitos, restando pouco para culparmos a genética. Existem mais de cinquenta motivos identificados e comprovados cientificamente relacionados aos benefícios dos exercícios físicos adequados às características individuais de cada pessoa. O médico explica que ao iniciarmos a prática de exercícios físicos estimulamos todos os sistemas orgânicos e iniciamos adaptações fisiológicas que atuam na prevenção de doenças, na manutenção da saúde e no tratamento e reabilitação de uma série de patologias cardiovasculares, respiratórias, musculoesqueléticas, neuropsicológicas, imunológicas, digestivas, endocrinológicas e oncológicas. “Os exercícios devem promover adaptações bioquímicas aeróbias e anaeróbias, em nível celular e sistêmico, estimular as fibras musculares lentas e rápidas e trabalhar as variáveis: resistência, força, flexibilidade e estabilidade para a população em geral e associado à potência e velocidade quando buscamos objetivos específicos como a prática de algumas modalidades esportivas ou profissionais. Antes de iniciar um programa de exercícios é fundamental realizar uma avaliação médica para minimizar os riscos, otimizar o treinamento e receber uma prescrição adequada e individualizada quanto a frequência, duração, volume, intensidade e tipos de exercícios.”

 

A fisioterapeuta Grasiele Schwengber ressalta que o sedentarismo está ligado a 37% das mortes de câncer, 54% dos óbitos por doenças cardiovasculares e 50% dos casos de AVC. Cada hora dedicada ao exercício físico aumenta duas horas o tempo de vida do indivíduo, aponta uma pesquisa da Universidade de Stanford que acompanhou durante 25 anos mais de 17 mil estudantes recém-formados. “Conclui-se, então, que sair do sedentarismo é quase uma questão de sobrevivência, pelo menos da sobrevivência de uma vida plena e saudável em que possamos desfrutar de cada fase da melhor maneira possível.”

Em termos de benefícios, nenhum medicamento consegue ser tão completo quanto o exercício físico, explica Dra. Mariela Silveira Médica Nutróloga.

Treinamento Funcional

FunctionalTraining

O Treinamento Funcional teve origem na reabilitação, quando eram utilizados exercícios que imitavam os gestos que os pacientes faziam em casa ou no trabalho durante a terapia a fim de otimizar a recuperação destes pacientes. Baseado nisso o treinamento passou a ser utilizado na Educação Física para melhora do desempenho e condicionamento físico, bem como melhores resultados e o mínimo de lesões dos praticantes.

Pode-se dizer que movimentos funcionais referem-se a movimentos integrados e multiplanares que envolvem estabilização e produção de força, visando a qualidade do movimento. São exercícios que exigem a coordenação de vários grupos musculares em diferentes direções de acordo com os objetivos específicos de cada aluno. Os movimentos se aproximam mais dos movimentos reais com exercícios em diversas amplitudes onde os sentidos são desafiados para que o corpo consiga manter melhor controle neuromuscular ou estabilidade articular. A vantagem deste método de treinamento é a de atender tanto o indivíduo mais condicionado como o menos condicionado criando um ambiente dinâmico e motivador de treino.

Este treinamento pode ser feito em qualquer lugar, como academia, praças, praia e em sua própria casa. Utilizando o peso do próprio corpo como sobrecarga ou materiais, como: kettlebel, fita de treinamento suspenso, bosu, slide, medicine ball, bola suíça, entre outros.

01 de setembro – Dia do profissional de Educação Física.

Exercícios Nota 10

Crianças que se exercitam mais, seja no intervalo entre as aulas, no caminho para a escola ou em aulas de educação física, tendem a apresentar melhor desempenho escolar, segundo uma pesquisa publicada na revista “Archives of Pediatric & Adolescent Medicine”, dos Estados Unidos. O estudo, feito por pesquisadores da Universidade Vrije, de Amsterdam, analisou 14 pesquisas realizadas nos EUA, no Canadá e na África do Sul que compararam a atividade física dos estudantes com seus desempenhos em provas de matemática, linguagem, raciocínio lógico e memória.

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