Quem dança, seus males espanta!

A dança surgiu pela necessidade de o homem por para fora as suas emoções. Antes mesmo de se comunicar com palavras, as pessoas já se expressavam com movimentos corporais. Por isso, a dança é considerada a mais antiga das artes, e talvez a mais completa, pois quem dança cria um movimento e o expressa através do próprio corpo.

Dançar é se sentir livre e se expressar corporalmente. A dança pode sim, ser uma ótima opção de atividade física, e são inúmeros os estilos que você pode escolher: jazz, contemporâneo, ballet, hip hop, dança de salão, flamenco, zumba… cada um com a sua característica. O importante é que você identifique se gosta e qual o estilo que mais lhe atrai, não pensando somente no que vai perder de calorias, mas no bem-estar que a atividade estará lhe proporcionando.

A dança pode lhe trazer muitos benefícios, como o aumento da flexibilidade, o aprimoramento da coordenação motora, a melhora cardiorrespiratória, aumento da circulação sanguínea, pressão arterial controlada e, o principal, libera endorfina. Além de ser um exercício físico excelente, dançar é também uma grande terapia. Quem dança trabalha sua socialização, combate a timidez, aumenta sua autoestima e disposição para enfrentar o dia-a-dia. É um exercício que interliga mente e corpo.

A dança também pode ser uma ferramenta importantíssima para a saúde das pessoas, e por este motivo, cada vez mais ela tem sido indicada por médicos e por especialistas.

Tem sido uma parceira fundamental de quem deseja emagrecer e manter a forma, especialmente por ela ser capaz de ajudar na queima de calorias. A dança também pode ser fundamental para quem deseja melhorar a postura, por conta do trabalho que ela faz nos membros inferiores, além disto, por ser uma atividade divertida e alegre, a dança também é indicada para quem deseja lutar contra a depressão, além de também aliviar tensões e estresse.

Deixe a vergonha de lado e sinta a música no seu corpo!
 

O amor, afeto e brincadeira. Uma questão de direito!

Com as inúmeras notícias sobre jogos suicidas, gerando alarde na população, principalmente nos pais, levantamos uma grande questão. Não é sobre o jogo, ou sobre a baleia azul, mas sim sobre educação e carinho.

O que preocupa aos pais e profissionais é a reflexão sobre a educação dos filhos. Quem deve educar, dar limites, proporcionar afetividade, espaço lúdico são as famílias e a sociedade está em falência nesse sentido.

As crianças nascem livres de repressão, criativas e com grande capacidade de simbolização, cabe aos responsáveis canalizar e desenvolver estes sentimentos e habilidades para o bem.

Uma criança e um adolescente tem o direito de:

  • Receber carinho, amor, abraço, afeto.
  • Receber o “não”, os limites e internalizar as regras de convivência para criar empatia pelo outro.
  • Ter condições ambientais adequadas e que proporcionem bem-estar, acolhimento e desenvolvimento.
  • Ter orientação e educação, que permita desenvolver as suas capacidades físicas, cognitivas, senso crítico e criatividade.
  • Ter família e amigos que desenvolvam o diálogo, a brincadeira sadia e o contato pessoal.
  • Ter o tempo dos pais, para dialogar, saber onde os filhos estão, com quem conversam, como está o aprendizado, poder um ao outro olhar “olho no olho” e saborear o perceber de um sorriso.

As consequências da privação desses direitos podem ser graves e até irreversíveis, como:

  • Desarmonia familiar.
  • Dependência química.
  • Comportamentos antissociais.
  • Morte precoce (suicídio, acidentes automobilísticos, overdose…).

Reflita!

Assuma as suas responsabilidades, não atribua ao outro ou ao jogo, o que deve ser feito pela família.

Ame seus filhos, priorize tempo para eles e assuma as responsabilidades. Desta forma o tempo será revertido e diminuirá a incidência de sofrimento psíquico desses jovens que necessitam condições ambientais para elaborar seus conflitos naturais da idade.

Michael Zanchet – Psicólogo do Kurotel 

Gorduras e Depressão

Um estudo postado no Science Health e realizado com 12.059 espanhóis, sem depressão, avaliou o tipo de áci­dos graxos (gordura) e a frequência utilizada no preparo da alimentação. O trabalho mostrou que quanto mais ácidos graxos monoinsaturados e poli­-insaturados os indivíduos ingeriam, menor eram as chances de depres­são (diagnosticadas por médicos). Entretanto, quanto maior era a inges­tão total de gorduras (somando to­dos os tipos, inclusive as saturadas e trans) maior era a chance de depres­são. Além disso, os achados sugerem que a doença cardiovascular e a de­pressão podem apresentar o mesmo fator determinante, no que diz respei­to, aos subtipos de gorduras.

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Solidão extrema aumenta chances de morte entre idosos

Sentir solidão extrema pode aumentar em até 14% as chances de morte prematura em uma pessoa mais velha, de acordo com pesquisa realizada na Universidade de Chicago, com a coordenação do professor de psicologia John Cacioppo. O estudo mostra que o impacto da solidão na morte prematura é quase tão forte quanto o impacto da situação socioeconômica desfavorecida, a qual aumenta em 19% as chances de morte prematura. Uma análise de 2010 mostrou que a solidão tem o mesmo impacto que a obesidade sobre a morte precoce. Os cientistas analisaram as diferenças significativas na taxa de declínio da saúde física e mental a partir do envelhecimento. A equipe examinou o papel de satisfazer as relações sobre as pessoas idosas no desenvolvimento da resiliência, a capacidade de se recuperar após adversidades. As consequências para a saúde são enormes. Sentir-se isolado dos outros pode interromper o sono, elevar a pressão arterial, aumentar os níveis do hormônio do estresse pela manhã — o cortisol —, alterar a expressão genética em células do sistema imunológico e aumentar a depressão. Pessoas mais velhas podem evitar as consequências de solidão ao ficar em contato com os ex-colegas de trabalho, participando de tradições familiares, e compartilhando bons momentos com a família e amigos. Tudo o que der a oportunidade de se conectar a outros com as quais elas se importam é bem-vindo.

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