29 de outubro: Dia Mundial de Combate ao Acidente Vascular Cerebral (AVC)

Em 29 de outubro é destacado o Dia Mundial de Combate ao Acidente Vascular
Cerebral (AVC).  Também conhecido por “derrame cerebral”, o AVC acontece quando há obstrução em um dos vasos sanguíneos presentes no cérebro, o que faz com que partes dele deixem de funcionar adequadamente.

De acordo com dados do Ministério da Saúde, cerca de 100 mil pessoas
morrem todos os anos de AVC no Brasil, número superior ao total de mortes
causadas por malária, tuberculose e AIDS juntas, sendo a terceira maior
causa de óbito entre a população feminina.

A Associação Norte-Americana do Coração aponta que as mulheres,
de todas as idades, correm mais riscos de sofrer um acidente vascular cerebral
do que os homens porque são acometidas mais frequentemente a fatores de
risco como enxaquecas, depressão, diabetes e arritmia cardíaca.

Os cuidados preventivos são muito importantes e a visita ao médico deve ser regular, principalmente quando há fatores familiares. Após os 40 anos, as consultas devem ser periódicas. Além disso, é importante ter hábitos saudáveis desde sempre, o que inclui alimentação balanceada, exercícios físicos regulares e lazer, o que auxilia na saúde física e mental, na redução do risco de doenças, melhora da autoestima, diminuição dos sintomas de depressão e ansiedade, fortalecimento do organismo e aumento da qualidade de vida.


Crianças e os Riscos de AVC

As crianças negligenciadas correm três vezes mais riscos de sofrer acidentes vasculares cerebrais (AVCs) na idade adulta, revelou uma pesquisa publicada na primeira semana de setembro na edição online do periódico Neurology. Embora os cientistas afirmem não ter claro o processo exato pelo qual isto ocorre, o estudo revela um crescente conjunto de evi­dências segundo as quais o que acontece na nossa infância tem implicações na nossa saúde ao longo da vida. Um grande número de estudos demonstram que “experiências adversas na infância” podem ser associadas a um alto risco, mais tarde, de sofrer de doenças como hipertensão, obesidade, além de condições crônicas associadas a pessoas idosas, como doenças cardiovasculares.

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