A ativação da Vitamina D

A ativação da vitamina D dá-se na pele, e isso depende de vários mecanismos fisiológicos individuais, especialmente a pigmentação da pele. A quantidade sintetizada na pele também varia em função de fatores como a latitude, estação do ano, hora do dia, grau de exposição da pele ao sol, uso de protetores solares e uso de vestimentas. A idade também é um fator importante. Há evidências que idosos produzem 75% menos vitamina D3 cutânea quando comparado com adultos jovens, mesmo quando expostos ao sol (Kennel, Drake & Hurley, 2010).

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Risco dos refrigerantes açucarados

Beber 340 ml de refrigerante açucarado por dia pode aumentar a incidência de diabetes tipo 2 em cerca de 22%. A constatação é de estudo publicado pelo jornal Diabetologia. O objetivo da análise foi investigar a associação entre o consumo de bebidas adocicadas (ou seja, sucos e néctares de fruta, refrigerantes açucarados e refrigerantes adoçados artificialmente) e a incidência de diabetes tipo 2. O estudo do European Prospective Investigation into Cancer and Nutrition (EPIC) avaliou essa associação em mais de 12 mil adultos europeus e foi publicado pelo periódico Diabetologia da European Association for the Study of Diabetes (EASD). Os resultados mostraram que, após os ajustes necessários, o consumo dessa quantidade diária de refrigerantes açucarados está associado ao aumento da incidência do diabetes tipo 2. Já a ingestão de suco ou néctar de fruta não foi associada ao aumento na incidência da doença.

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Vitamina D e cama para a saúde de adolescentes

Por mais de uma década, a Medicina está alertando que o estilo de vida com excesso de açúcar, gordura e sal está vagarosamente levando pessoas à morte. Dois terços da população têm sobrepeso e, se esta tendência for seguida, até 2050 esse índice aumentará para 90% da população. A obesidade já é grande fator causador de mortes prematuras. Pesquisadores holandeses prevêem que, se continuar assim, essa geração possa vir a falecer antes que seus pais.

Isso significa que apesar de estarmos tendo muito mais acesso aos recursos para tratamentos de doenças e gastando muito mais, não estamos sabendo fazer o básico que a saúde pede: melhorar as escolhas do modo de viver o dia a dia.

Entretanto, prevenir é possível sim. Novos estudos trazem alertas simples e efetivos para melhorar o controle da obesidade. Um trabalho da Universidade da Pensilvânia, publicado no Journal Pediatrics, mostrou que poucas horas de sono estão associadas com maior peso corporal. Os adolescentes entre 14 e 18 anos que dormiam cerca de 10 horas por noite tinham significativamente menor índice de massa corporal (IMC) quando comparados com os que dormiam pouco.

Ficar muitas horas assistindo televisão também é fator de risco para obesidade. Os pesquisadores do Hospital da Criança de Boston encontraram forte associação entre esses dois quesitos.

A vitamina D continua trazendo boas novidades. Pesquisadores da Universidade de Missouri, do programa da prevenção de obesidade e diabete, constataram que sua suplementação em crianças e adolescentes obesos pode ajudar a controlar os níveis de açúcar no sangue, o que é importante na prevenção de diabete tipo 2. O trabalho publicado no American Journal of Clinical Nutrition alerta para a importância de crianças e adolescentes obesos fazerem dosagem no sangue de vitamina D para poder suplementar, se for o caso, e reduzir a resistência insulínica e a chance de diabete.

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Vitaminas e sais minerais x humor

Uma metanálise (trabalho que verifica o resultado de diversos estudos frente à uma hipótese) mostrou que pessoas que usam suplemento de vitaminas e minerais têm melhor humor do que aqueles que não utilizam. O resultado foi publicado no Psychosomatic Medicine: Journal of Biobehavioral Medicine. Os pesquisadores analisaram oito trabalhos duplo-cegos, em um total de 1.292 homens e mulheres saudáveis. Os suplementos continham variação nos níveis de vitaminas e minerais e foram administrados por pelo menos 28 dias. As pessoas que faziam suplementação revelaram 65% menos risco de se perceberem estressadas dos que aquelas que receberam placebo. A análise mostrou 70% menos risco para sintomas psiquiátricos moderados, 68% menos risco de ansiedade, 73% menos fadiga.

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Relação do sono com a dor

Todos sabem da importância de uma noite bem dormida. Agora, uma recente pesquisa realizada no Hospital Henry Ford, em Detroit, nos Estados Unidos, evidencia mais uma vantagem. Dormir 10 horas por noite pode combater dores, mais do que alguns analgésicos. O estudo observou o sono de 18 voluntários durante quatro noites e constatou que aqueles que dormiram por mais tempo tiveram maior resistência para dor em testagens provocativas do que os que dormiram menos. Verificou ainda que os maiores benefícios ocorrem em pessoas que dormem 10 horas ou mais. Estes resultados foram ainda superiores a trabalho anterior, que observava a reação analgésica de 60mg de codeína em indivíduos submetidos aos mesmos testes e análises. Dessa forma, o sono passa a ser cada vez mais uma prescrição médica quando houver queixas de dor crônica.  Além disso, as oito horas de sono por dia, tradicionalmente recomendadas, devem ser revistas para esse grupo de pacientes.

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Ômega 3 contra o envelhecimento precoce

Uma das apostas para retardar o processo de envelhecimento é atuar nas substâncias que controlam o tempo de vida da célula, entre elas uma estrutura chamada telômero. Artigo recente da Brain, Behavior and Immunity revelou que a suplementação com ômega 3 reduz a degeneração prematura dos telômeros, mantendo a função celular por mais tempo.

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Extrato de sementes de uvas tem efeito antitumoral

Um estudo in vitro recente, publicado na revista Cancer Letters, revelou que o extrato de sementes de uva teve um potente efeito contra células de câncer colo-retal, levando à morte de células cancerígenas, principalmente nos estágios mais avançados da doença, no qual a quimioterapia já não apresenta resultados tão significativos.

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Mastigação relacionada com redução no risco de demência

Pessoas que têm dificuldade para mastigar alimentos duros, como uma maçã, apresentam um risco maior para desenvolver problemas cognitivos e demência. Uma razão para isso, dizem pesquisadores, poderia ser que poucos dentes ou nenhum tornam a mastigação mais difícil, o que leva a uma redução do fluxo sanguíneo para o cérebro.  Os dados foram publicados no site da NewsRx, uma das maiores fontes mundiais em saúde.

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Vitamina D e o baixo risco de câncer de próstata

A vitamina D é uma vitamina lipossolúvel, que pode ser formada na exposição ao sol ou na ingestão de alimentos como óleo de peixes, vegetais, sardinha, atum, salmão, leite e ovos. Estudos demonstram que a suplementação de vitamina D pode ser estratégia de intervenção eficaz no tratamento do câncer de próstata em homens com baixo risco da doença. As informações estão no Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism.

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O chá verde no controle da glicose

A epigalocatequina-3-galato (EGCG), um composto do chá verde, pode ajudar a controlar o aumento do açúcar no sangue, que ocorre após o consumo de alimentos ricos em amido, beneficiando as pessoas com risco de desenvolver diabetes. A informação está em publicação do Molecular Nutrition and Food Research.

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