Mastigação relacionada com redução no risco de demência

Pessoas que têm dificuldade para mastigar alimentos duros, como uma maçã, apresentam um risco maior para desenvolver problemas cognitivos e demência. Uma razão para isso, dizem pesquisadores, poderia ser que poucos dentes ou nenhum tornam a mastigação mais difícil, o que leva a uma redução do fluxo sanguíneo para o cérebro.  Os dados foram publicados no site da NewsRx, uma das maiores fontes mundiais em saúde.

saude-maca-vida-sexual-mulheres-72646

Vitamina D e o baixo risco de câncer de próstata

A vitamina D é uma vitamina lipossolúvel, que pode ser formada na exposição ao sol ou na ingestão de alimentos como óleo de peixes, vegetais, sardinha, atum, salmão, leite e ovos. Estudos demonstram que a suplementação de vitamina D pode ser estratégia de intervenção eficaz no tratamento do câncer de próstata em homens com baixo risco da doença. As informações estão no Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism.

140610-kur-material-2014-0420

O chá verde no controle da glicose

A epigalocatequina-3-galato (EGCG), um composto do chá verde, pode ajudar a controlar o aumento do açúcar no sangue, que ocorre após o consumo de alimentos ricos em amido, beneficiando as pessoas com risco de desenvolver diabetes. A informação está em publicação do Molecular Nutrition and Food Research.

Cha-Verde-650

Mais benefícios do brócolis

O sulforafano, composto encontrado nos vegetais crucíferos, como o brócolis, além de ter efeitos preventivos contra tumores e benefícios terapêuticos, também se mostra eficaz no tratamento da leucemia linfoblástica aguda.  A revelação veio de estudo publicado na revista científica on line PLoS One.

brocolis-cursos-cpt

Brócolis na proteção contra os males da poluição

Um artigo publicado na Cancer Prevention Research relata um efeito protetor para uma bebida feita a partir de brotos de brócolis contra o acúmulo de poluentes transportados pelo ar em homens e mulheres chineses. Brócolis são uma fonte abundante de glucorafanina, que gera um composto conhecido como o sulforafano que induz enzimas das células-protector, incluindo a glutationa S-transferases. O estudo incluiu 62 homens e 229 mulheres residentes em uma região fortemente industrializada da China. Os participantes up-to –date foram distribuídos aleatoriamente para receber uma bebida que continha brócolis liofilizada em pó ou uma bebida de controle durante 12 semanas. Amostras de urina foram analisadas periodicamente para níveis de benzeno cancerígeno e irritantes pulmonares e acroleína. Excreção benzeno aumentou 61% entre os que receberam brócolis em pó começando com o primeiro dia do estudo, e excreção acroleína aumentou 23% ao longo do julgamento. Os autores observam que a dosagem de glucoraphanin e sulforafano fornecido pela bebida foi maior do que comumente associado com os consumidores de brócolis e que estudos futuros devem avaliar a eficácia de doses mais baixas.

brocolis-cursos-cpt

Óleo de peixe e a saúde do cérebro

Estudo publicado na Alzheimer´s & Dementia, descreveu um efeito protetor com a suplementação de óleo de peixe (rico em Ômega 3) na manutenção do volume cerebral e na função cognitiva em homens e mulheres entre 55 e 90 anos. A análise incluiu 193 pacientes com doença de Alzheimer, 397 com comprometimento cognitivo leve (MCI) e 229 cognitivamente normais. Durante cinco anos, foram avaliadas as alterações na cognição e estrutura cerebral entre os participantes. Eles foram submetidos a testes neuropsicológicos e de ressonância magnética do cérebro no momento da inscrição e a seguir, em intervalos de seis a doze meses. A análise incluiu 117 pacientes que usaram regularmente suplementos de óleo de peixe no início do estudo, e entre eles, uma porcentagem significativa relatou o uso contínuo nos períodos subsequentes. Enquanto que o volume médio do hipocampo e da massa cinzenta do córtex cerebral diminuíram ao longo do tempo no grupo como um todo, a utilização de óleo de peixe foi associada com melhorias nestas áreas. Aqueles que usaram óleo de peixe apresentaram melhores níveis (scores) de função cognitiva ao longo do estudo. No entanto, o efeito ocorreu principalmente entre aqueles que não eram portadores do gene da apolipoproteína E4, que tem sido associada com a doença de Alzheimer.

oelo-de-peixe

Um novo perfil etário para o Planeta

Em 2017, ocorrerá uma virada histórica no planeta, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS): nesse ano, os maiores de 65 anos, idade em que a pessoa passa a ser considerada idosa, serão mais numerosos do que as crianças menores de cinco anos. No ano 2000, os maiores de 65 anos eram 5% da população. Em 2050, esse número vai saltar para 18%.

O aumento da expectativa de vida está alterando o perfil etário da Terra. Para se ter uma ideia, no começo do século XX a expectativa de vida era de apenas 40 anos. Ao final do século atual, poderá ser comum viver até 100 ou 120 anos. Alguns países já começam a enfrentar os enormes desafios que acompanharão esta revolução etária. Um dos principais serão as políticas previdenciárias. Os trabalhadores ativos terão que contribuir com mais tempo de serviço para manter aposentadorias mais longas.

Por outro lado, surge o desafio de preservação da saúde, da autonomia e da qualidade de vida para pessoas mais longevas, em uma faixa etária caracterizada pelo envelhecimento e suas vicissitudes. A ordem natural da vida será viver bem por mais tempo, conservando em boa forma a capacidade física, mental e emocional do indivíduo.

dicas

Solidão extrema aumenta chances de morte entre idosos

Sentir solidão extrema pode aumentar em até 14% as chances de morte prematura em uma pessoa mais velha, de acordo com pesquisa realizada na Universidade de Chicago, com a coordenação do professor de psicologia John Cacioppo. O estudo mostra que o impacto da solidão na morte prematura é quase tão forte quanto o impacto da situação socioeconômica desfavorecida, a qual aumenta em 19% as chances de morte prematura. Uma análise de 2010 mostrou que a solidão tem o mesmo impacto que a obesidade sobre a morte precoce. Os cientistas analisaram as diferenças significativas na taxa de declínio da saúde física e mental a partir do envelhecimento. A equipe examinou o papel de satisfazer as relações sobre as pessoas idosas no desenvolvimento da resiliência, a capacidade de se recuperar após adversidades. As consequências para a saúde são enormes. Sentir-se isolado dos outros pode interromper o sono, elevar a pressão arterial, aumentar os níveis do hormônio do estresse pela manhã — o cortisol —, alterar a expressão genética em células do sistema imunológico e aumentar a depressão. Pessoas mais velhas podem evitar as consequências de solidão ao ficar em contato com os ex-colegas de trabalho, participando de tradições familiares, e compartilhando bons momentos com a família e amigos. Tudo o que der a oportunidade de se conectar a outros com as quais elas se importam é bem-vindo.

solidao

Magnésio relacionado com aumento de Expectativa de Vida

Um estudo, publicado no The Journal of Nutrition, incluiu 7.216 mulheres e homens entre 55 e 80 anos e verificou a ingesta de magnésio na dieta. Durante um período de 4 a 8 anos, 277 pessoas tiveram eventos cardiovasculares e 323 pessoas faleceram. As pessoas que tinham níveis de magnésio no quartil superior (nível mais alto do grupo) tiveram 34% menos risco de falecer que as pessoas com níveis mais baixos de magnésio (quartil inferior). Isto pode ser devido a alguns fatores relacionados com a ação do magnésio como redução dos níveis de pressão arterial, redução da inflamação endotelial e antiagregação plaquetária (que diminui a formação de trombos). O trabalho prospectivo ainda sugeriu uma associação inversa entre ingesta de magnésio na alimentação com cânceres e mortalidade por todas as causas. O magnésio está presente em alimentos como arroz integral, linhaça, aveia, centeio, soja, castanha-do-Pará, sementes de abóbora e sua concentração varia de acordo com a qualidade e local de cultivo.

9-razoes-para-incluir-alimentos-ricos-em-magnesio-na-alimentacao

Menos peso para reduzir sintomas de Refluxo Gastroesofágico

Estudo realizado por pesquisadores da Universidade do Kansas, nos Estados Unidos, revelou que a redução de peso resulta em 81% de melhora nos sintomas de refluxo gastroesofágico, 65% de melhora total do problema e 15% de melhora parcial. O trabalho foi feito com 332 pessoas, homens e mulheres com idade média de 46 anos, que foram acompanhados durante seis meses. Antes da pesquisa, sabia-se que o ganho de peso é um importante fator de risco para o refluxo gastroesofágico. O que a pesquisa mostrou foi que um programa de redução de peso pode conduzir a uma melhora e resolução completa de casos de refluxo gastroesofágico.

140610-kur-material-2014-0328