Praticar atividades físicas de forma regular é extremamente benéfico não só para o corpo, como também para a saúde mental. Atividades cerebrais, como a memória, podem melhorar significativamente com uma rotina diária de exercícios físicos.

 

Você conhece relação entre exercícios físicos e a memória das pessoas?

 

Ao praticar exercícios físicos estimula-se o bom funcionamento cerebrovascular, ou seja, aumenta-se o nível de oxigênio pelo corpo, melhorando a circulação cerebral.

Este aumento da oxigenação exerce influência positiva sobre o cérebro, melhorando a memória.

Outro fator importante é que o exercício físico estimula a produção de neurônios.

O aumento da irrigação e oxigenação do cérebro promovem o crescimento do número de neurônios no hipocampo, região responsável pela memória.

Exercícios que podem evitar a falta de memória:

Os exercícios aeróbios são os mais indicados, como caminhada, andar de bicicleta, corrida, dança.

Eles aumentam o nível de oxigênio pelo corpo e melhoram a circulação cerebral, assim influenciam positivamente na memória e promovem o acréscimo de novos neurônios no hipocampo.

Os exercícios resistidos com o intuito de aquisição de força também estão relacionados a ganhos neurais.

Realizar atividades como hidroginástica, pilates, treinamento funcional, yoga, também promovem a atividade cerebral, auxiliando na memória.

O exercício físico bem orientado e sistematizado pode ser utilizado como meio preventivo e de tratamento não medicamentoso para o retardamento do déficit de memória.

 

Outras atividades do dia a dia também são importantes:

 

Algumas ações nos ajudam a mantermos um melhor funcionamento de nossas memórias.

Sem dúvida, um estilo de vida saudável é um componente relevante para que tenhamos um cérebro saudável.

Também, podemos adotar pequenas atitudes cotidianas que nos ajudarão na estimulação cognitiva. Seguem algumas sugestões:

  1. Mantenha hábitos de leitura: eles funcionam como pró-reserva cognitiva;
  2. Aprenda sempre (idioma, instrumento musical, desenvolva habilidades, busque novas atividades de lazer, etc). O aprendizado nos mantém mentalmente ativos, estimulando e ampliando circuitos neurais;
  3. Amplie o uso dos sentidos para captação do estímulo e os associe a outros estímulos como uma estratégia mnemônica. Por exemplo: ao saborear uma refeição tente identificar os ingredientes que a compõe utilizando os sentidos do paladar e do olfato;
  4. Seja parte ativa em seu processo de envelhecimento: Lembre-se o envelhecimento acontece desde que nascemos. Acreditar que podemos trabalhar para melhorarmos este processo, é atuar ativamente para manutenção de nossas funções cognitivas;
  5. Faça pequenas notas mentais: quando colocar a chave do carro, por exemplo, em um lugar diga em voz alta “chave do carro na mesa da sala”, isso reforçará sua atenção para o comportamento. Da mesma forma, se quiser memorizar o nome de uma pessoa que acabou de conhecer, insira o nome desta em sua fala – “como estava dizendo, joana, nossa cidade é composta por belas paisagens”;
  6. Para memorizar grandes volumes de informações umas das técnicas possíveis é, a partir de um resumo elaborado previamente, realizar revisões programadas com base na curva do esquecimento. Ou seja, se você aprender um novo conteúdo pela manhã, estude-o ao chegar em casa, revise-o nas primeiras 24 horas, novamente 7 dias depois, mais uma vez 30 dias após e revisões de manutenção a cada 45 dias.