A importância das emoções para os homens

Os conceitos de que “homem não chora” ou que “tem que ser rude e machão” já estão obsoletos, uma vez que não trazem nenhum benefício. A sensibilidade de vivenciar as emoções é importante independente de gênero, por isso o psicólogo do Kurotel, Michael Zanchet, afirma que o homem pode e deve ser sensível, percebendo  e vivenciando suas emoções,  sem receio de demonstrá-las.

O fato de chorar a tristeza, exaltar-se e emocionar-se com a alegria, gerenciar a ansiedade e o estresse, sentir-se em paz consigo mesmo, entendendo e compreendendo o que está gerando o sentimento e conseguindo expressá-lo, sem trazer prejuízo para o corpo físico e mental, são fatores importantes para a saúde mental.

Quando o sujeito bebe ou come a tristeza ou então fuma a ansiedade, ele deixa de viver a emoção saciando-a momentaneamente sem entende-la, eliminando a emoção negativa em si e podendo tornar a emoção em um sintoma – quando com intensidade, frequência e duração.

Michael afirma ainda que, quando compreendemos nossa tristeza, caminhando, meditando, escrevendo ou conversando com alguém, facilitamos o processo de elaboração da emoção, o que nos permite o bem-estar no dia seguinte à sensação de tristeza, por exemplo, afinal, após a tempestade sempre vem a bonança.  Por isso, quando nos sentimos ansiosos e procuramos fazer uma massagem, Yoga ou um banho de hidromassagem, estamos auxiliando o nosso corpo a desacelerar e ter melhores percepções do momento de vida, desarmando e gerenciando o nível de ansiedade e estresse.

Por isso, homens: vivam as emoções e desenvolvam a sensibilidade, isso ajudará tanto no crescimento pessoal quanto na saúde mental e física.

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kurotelb

Fundado em 1982 por Luís Carlos Silveira, e sua esposa, Neusa Silveira, o Kurotel - Centro Médico de Longevidade e Spa, está localizado em meio às belezas da Serra gaúcha, na cidade de Gramado. É reconhecido por promover e estimular as pessoas a se comprometerem com um estilo de vida mais saudável, motivando escolhas positivas. Valorizando a vida nos sentidos quantitativo (longevidade) e qualitativo (vitalidade e bem-estar).

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